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quarta-feira, 8 de novembro de 2017

ADOBE FAZ SEU PIOR ERRO E ATRAPALHA A VIDA DE TODOS OS EDITORES PROFISSIONAIS DE VÍDEO

URGENTE – SE VOCÊ USA WINDOWS 7 EM SUA ILHA DE EDIÇÃO NÃO ATUALIZE PARA O ADOBE PREMIERE CC 2018, POIS HÁ UM PROBLEMA GRAVE QUE IMPEDE A UTILIZAÇÃO DE SEUS PROJETOS ANTERIORES OU DE VÍDEOS BRUTOS GRAVADOS COM DOLBY 5.1 SURROUND

É inacreditável como uma empresa com a capacidade tecnológica e a qualidade de cérebros assalariados pode tomar uma decisão consciente de FERRAR A VIDA de seus consumidores.

A questão é simples. Os programas Premiere 2018, Media Composer CC 2018, Audition CC 2018 e After Effectcs CC 2018 NÃO TEM MAIS SUPORTE PARA O CODEC DOLBY 5.1.

Ao instalar esta atualização e constatar que suas trilhas de áudio gravadas em câmeras, no formato surround ou qualquer vídeo no formato .MTS não são mais importadas para dentro do Premiere ou do Audition, além do desespero óbvio, para os que tem um mínimo de conhecimento do sistema Adobe Creative Cloud, a solução parece ser simples, como nos casos de erros anteriores: desinstalar os programas 2018 e reinstalar os programas 2017.  Só que não funciona.

atualização do post no dia 22/nov/2017 – A catástrofe é ainda maior que a inicialmente descrita. Não houve outra solução inicial exceto instalar o Windows 10. Além do problema terrível e absurdo dos arquivos .MTS, o que os outros usuários pelo mundo a fora estão reclamando:

1) várias das janelas dos painéis do Premiere ficam pretas inesperadamente – isso já aconteceu comigo em outras atualizações. É preciso fechar o programa e abrir novamente para continuar editando.

2) Abertura de projetos antigos, principalmente grandes ou complexos levando muitos minutos, quando levavam antes um minuto ou menos.

3) Renderização notadamente mais lenta para todos os codecs.

4) Nem o MediaComposer 2018 nem o Premiere 2018 estão conseguindo se entender com várias das placas da Nvidia, de gerações diferentes e portanto, ao invés de melhorar o uso dos processadores CUDA, estão simplesmente dando pau nas renderizações e falhando 100% das vezes em que se aplica correções de cor Lumetri a qualquer clip, mesmo com os drivers Nvidia mais atualizados. A falha poderá com ser em todos os clipes de sua timeline, mas ela acontecerá constantemente ou eventualmente. Assim a correção de cor simples e ágil do Lumetri NÃO PODE SER USADA no Premiere 2018. Se isto acontecer com você, não se desespere, remova o Lumetri de todos os clips e renderize sem ele. Você já sabe que o que mais utilizamos do Lumetri – a correção de branco, de preto e de temperatura de cor, você não poderá fazer de forma simples com os outros corretores de cor. E por isto, tomei uma decisão bizarra de remover todos os programas da suite CC 2018 e voltar para CC 2017. Até mesmo o Photoshop estava lento. E o resultado foi um soco na boca do estômago. A renderezição com o CC 2017 de volta está muito veloz e normal como sempre, com Lumetri é claro, mas a porcaria de não abrir o áudio dos arquivos .mts, que havia sumido, voltou…

5) Por outro lado, alguns dos usários relatam que o Adobe After Efects CC 2018, está perfeito e muito veloz nas renderizações (são os mesmo que reclamam do Premiere CC 2018).

6) No caso do Adobe Audition CC 2018, para áudio, também houve uma pisada de bola. A edição de áudio usa muitos marcadores e quando se clica numa lista de marcadores se quer ir até ele, de preferência no meio na timeline como era até agora. Mexeram em algo que não deviam e no CC 2018 o cursor vai para o canto esquerdo da timeline e nem se vê o marcador que fica ‘fora da janela’ à esquerda, obrigando a reposicionar a timeline para ter acesso ao ponto desejado. Coisa estúpida.

Ao constatar o problema em minha ilha de edição, fui logo procurar as FAQs e discussões no fórum da ADOBE, apenas para me deparar com centenas de pessoas alucinadas, irritadas e desesperadas nos últimos dias. Uma delas disse que tentou reverter ao 2017 e não adiantou. Eu fiz o procedimento correto, apenas para ter a certeza absoluta de que não funciona.

premire cc 2017 importação do codec dolby

Acima você tem a janela de diálogo normal do Premiere até o CC 2017, que surge ao tentar importar o primeiro arquivo de vídeo com áudio 5.1, o default das câmeras de vídeo totalmente digitais da Sony, por exemplo, com a extensão .MTS. A instrução era sempre óbvia e simples. Dê OK, o codec é instalado automaticamente e você tem acesso ao áudio. Só que não ocorre mais. O Dolby simplesmente não é instalado e só é feita a importação do vídeo.

Alguns editores diriam: “Ora, mas não se usa o áudio da câmera! O áudio profissional é captado em equipamento a parte…” Não, não, não!!! Mesmo com a captação em equipamento à parte, o áudio direto da câmera é o ÁUDIO DE RASCUNHO, fundamental para a sincronização do vídeo com o áudio captado à parte. No caso de gravações em festas, e eventos religiosos, o normal é ter apenas o áudio da câmera.

Existem ainda os que nunca se importam com áudio, pois precisam apenas das imagens para montar cenas dubladas ou com música e estes não vão sentir problemas até querer salvar o o vídeo.

Neste momento vão perceber que também não poderão criar trilhas sonoras em Dolby 5.1 no Premiere 2018, o que fazem os que dão saída para discos Blue Ray e cinema.

Pior ainda, pelos gritos nas FAQs, os projetos antigos deste tipo de editores profissionais, abrem no Premiere 2018, sem os áudios também. Terrível, né? Será que o trabalho anterior estará perdido?

DESRESPEITO TOTAL DA ADOBE COM SEUS CLIENTES

Que fique muito claro: os usuário da Adobe Creative Cloud SÃO TODOS USUÁRIOS PAGANTES. Pagam 100 reais por mês para estudantes e professores e 209 reais por mês para profissionais. Não há piratas no CC. Uma das vantagens promovidas pela Adobe para o sistema CC era exatamente suas constantes melhorias e atualizações, tudo sendo rapidamente instalado através da internet. Quem usa CC pirata não tem como atualizar, pois o crack destes programas parte do princípio deles ficarem impedidos de se comunicar com o servidor da Adobe, coisa que acontece normalmente sempre que o cliente liga um programa CC.

SE, o tão na moda SE, a Adobe tivesse colocado uma nota de aviso, antes de nós, os clientes-otários, termos atualizado para o 2018, avisando desta alteração BRUTAL, PERVERSA E INTENCIONAL, não estaria eu escrevendo aqui, pois nem eu, nem os milhares de outros editores profissionais que usam Windows 7 teriam feito a atualização. Mas não: a Adobe não preveniu seus clientes, apenas os encantou com as novidades e deliciais da atualização.

E O QUE OCORRE QUANDO SE TENTA ABRIR UM VÍDEO COM ÁUDIO DOLBY 5.1 ou MTS de dois canais NO CC 2018?

Surge uma janela de diálogo estapafúrdia, avisando que o Dolby agora precisa ser suportado pelo SO (para quem não sabe, Sistema Operacional – e creio que muita gente não saiba) e que o cliente pagante deverá OBRIGATORIAMENTE atualizar seu SO para o mínimo de Windows 8.1…

Acredite em mim! A Adobe fez isto de fato!

Óbvio que ninguém em sã consciência rodava Adobe CC ou qualquer outra coisa profissional na bosta do Windows 8.1. No site da empresa, na propaganda linda e maravilhosa da suíte CC 2018, a Adobe afirma que esta mudança foi para “melhorar a experiência do cliente e a segurança dos programas”. E a empresa vai mais longe, recomendando que todos migrem para Windows 10, onde a suíte 2018 funcionará perfeitamente (e completamente). Obviamente o custo de instalar o Windows 10 é do otário do cliente.

Ora, sabemos que muita coisa é espetacular no Windows 10, e outras não funcionam corretamente, principalmente o hardware, também por opção da Microsoft  de levar o cliente a trocar seu computador que está funcionando adequadamente por um mais novo, não oferecendo drivers corretos para hardwares com alguns anos de bom desempenho. Então a Microsoft está há dois anos alavancando a venda de hardware e agora a Adobe está alavancando a venda de Windows 10, afirmando que o Windows 7 não possui suporte para Dolby 5.1. E você não vai encontrar mesmo.

CUIDADO – Aproveitando este problema, os espertos de plantão já colocaram vírus de adware em instaladores que prometem colocar o Dolby 5.1 ou AC3 no seu Windows 7. Se você resolver instalar um deles, passe o antivírus ANTES e constate. Testeis os dois que aparecem em primeiro no Google. Dois Adwares….

SÓ QUE A ADOBE PARECE ESTAR MENTINDO

Sabe por que afirmo isto? Porque até mesmo o caquético Windows Media Player da versão atual do Windows 7 Service Pack 1, roda tranquilamente os vídeos que os Premieres 2018 e 2017 agora não abrem. O VLC, é claro que roda. Então o Windows 7 SP1 aceita e executa vídeos com áudio Dolby 5.1 ou AC3 e a Adobe embairrerou estes áudios em seus programas.

COMO RESOLVER?

Não há como resolver! As Faqs são taxativas. Os contatos com o suporte da Adobe, copiados e colados nas Faqs, mostram que o suporte se limita, por sua vez, a copiar e colar o que está no site, dizendo que o cliente deve instalar o Windows 8.1 ou Windows 10. Um dos descontentes, disse a um indiano do suporte que não queria migrar para o Windows 10, pois já teve problemas anteriores. E a resposta bizarra OFICIAL DA ADOBE, foi: “Então lamentamos, mas não há o que fazer…”

Isto indica que neste momento a Adobe não irá reconhecer a merda que fez e voltar atrás em sua decisão. No futuro, quem sabe?

ÚNICA SOLUÇÃO

Depois de perder pelo menos dois dias de trabalho e me estressar até o limite, instalei o Windows 10 Pro os arquivos .MTS estão abrindo corretamente.

COMO CONTORNAR: DE FATO EXISTE UM PALIATIVO

Como contornar o problema dos projetos que são carregados em o áudio eu não sei, pois nunca criei um projeto com Dolby 5.1.

Como resolver o problema de extrair o áudio de seu vídeo .MTS ou outro, eu sei e é simples.

1) Abra o VLC – se você não usa o player gratuito VLC, você está errado. Baixe direto do site deles para evitar problemas. Como é muito popular há vários downloads dele com vírus e adware. O site original é garantia.

https://www.videolan.org/vlc/index.html

2) Clique no menu MÍDIA – CONVERTER/SALVAR

3) Na janela que se abrir (veja abaixo) clique no botão ADICIONAR  e escolha o vídeo em questão

vlac adicionar

4) Clique no botão CONVERTER / SALVAR e na nova janela, no item PERFIL há um menu dropdown com várias opções de vídeo e áudio. Como você quer apenas o áudio pode escolher em MP3, OGG ou FLAC.

VLC CONVERSAOr

Mas se você apertar o botão mais a direita pode criar um perfil novo e abre-se a opção de todas as conversões possíveis, pois aqueles três eram apenas presets padrão. Você deve saber do que se tratam os termos técnicos da imagem abaixo. Sugiro, para edição de vídeo, o ENCAPSULAMENTO WAV.


vlc encapsulamentor

Em seguida, clique na aba CODIFICADOR DE ÁUDIO, marque a caixinha ÁUDIO e escolha WAV, 256 kb/s, 2 canais, 44100Hz e em seguida clique o botão CRIAR.

vlc criar perfil

Agora você volta para a segunda tela do conversor e basta escolher seu novo perfil WAV, que será o último do menu dropdown, procurar o local do arquivo e escolher um nome para ele e clicar no botão INICIAR.

Em alguns segundo suas trilhas de áudio 5.1 serão convertidas em estéreo dois canais.

PARECE QUE O PALIATIVO O TIROU DO SUFOCO, NÉ?

Ainda não. Juro que fiquei mais de uma hora convertendo formatos não só com o VLC, mas também com o PAZERA que é um bom conversor freeware e o resultado foi sempre o mesmo. Eu tinha cinco clipes de gravações para trabalhar. Em dois deles, a conversão do áudio foi perfeita e sincronizada, mas em três o sincronismo foi perdido em qualquer formato tentado. Mas no meu caso a perda foi sempre semelhante e simples, o que facilita: o áudio ficou 9 ou 10 frames atrasado, ou seja, é só posicionar o clip de áudio 9 ou 10 frames antes do de vídeo na timeline. Simples.

Este desalinhamento cocorre sempre que vc gravar em câmera não profissional por mais de 12 minutos já que existe o corte automático do clip imposto por legislação União Europeia, para que as máquinas simples e baratas não façam competição com os modelos profissionais. Além disso o corte também se deve ao tamanho do arquivo já que as bostas dos computadores da Aple não leem arquivos de mídias externas com mais de 4 GB. Na especificação do corte automático, o áudio fica íntegro, mas o vídeo tem os tais 10 frames de espaço. Assim, o primeiro bloco de vídeo de uma palestra, por exemplo, estará alinhado, mas a cada 12 minutos, os blocos seguintes estarão deslocados em 10 frames.

A outra opção é converter o arquivo de vídeo inteiro com o conversor de sua preferência. E note que os conversores não tem problema algum em utilizar os áudios AC3 (Dolby) dos arquivos .MTS, apenas o Premiere deixou todos na mão. Será que a Adobe resolveu alavancar as vendas do Vegas? Aliás, se você quiser mudar para o Vegas, baratinho, compre na loja Steam. Abra uma conta lá e você consegue a verão anterior, Vegas Movies Studio 14 por 100 reais, com várias outras opções chegando a versão de topo atual, a Vegas Pro 15 em oferta por 314 reais (uma só vez), contra os 200 por mês que pagamos a Adobe. O Sound Forge também pode ser comprado no Steam. Ambos não mais pertencem a Sony. Agora são propriedade da MAGIX Software GmbH (da Alemanha).

Se você procura um bom conversor de vídeos gratuito, clique no link abaixo.

http://www.any-video-converter.com/download-avc-free.php

E O VEGAS PRO 15?

Como o desespero é total, resolvi ver se o Vegas Pro 15 importaria corretamente os arquivos .MTS, o que seria uma prova contundente de que a Adobe decidiu detonar com a vida de todos. Como ainda não estou disposto a comprar o programa, mas quase, depende de mais alguns testes, já que sou editor original de Avid Liquid (alguem se lembra daquela maravilha que a Pinacle comprou para destruir?) e depois passei ao Sony Vegas em suas primeiras edições (acho que fui até o 10), baixei uma cópia crakeada e… Sem rufar de tambores é óbvio que os arquivos .MTS abriram direitinho como deveria ser.

Uma das grandes diferenças apregoadas pelas MAGIX para a versão 15 é que ela agora utiliza os processadores CUDA das placas NVIDIA de forma tranquila e correta para aceleração gráfica, não ficando o usuário de Vegas quase dependente das placas ATI Radeon da AMD. De fato, na primeira iniciação do programa dá tempo de ler o módulo de GPU identificando o sistema e lá nas propriedades do sistema minha placa 650 Ti turbo está perfeitamente identificada e pronta para uso.

O Vegas tem uma facilidade enorme para transições e efeitos de vídeo, mas sempre foi complicado nas coisas mais simples, como redimensionar uma imagem parada. E tem renderização dos efeitos em background, coisa que o Premiere não possui. Vamos ver no que dá.

Espero ter ajudado.


sábado, 20 de maio de 2017

Qual é o melhor desfragmentador para o Windows?

Atualização em 7/dez/2022 - A informática evoluiu muito. Hoje um número muito grande de PCs e Notebooks, sem falar em todos os telefones celulares, utilizam memórias sólidas. O HD está com os dias contados. Para as memórias sólidas não existe a necessidade de desfragmentação pois o tempo de acesso a cada local de memória é exatamente o mesmo. Portanto, nunca desfragmente discos SSD, discos NV1, cartões de memória e celulares.

(texto original abaixo, válido apenas para HDs)
A maioria dos usuários nem sabe que precisa desfragmentar os HDs. Quase sempre que pego algum computador de amigo muito lento o primeiro susto é ver que o disco está com mais de 50% dos arquivos fragmentados.

A fragmentação é quando um arquivo é espalhado e mais de uma unidade física de alocação não contígua, a grosso modo. As vezes você pode ter um mero arquivo de vídeo de 360 MB espalhado em mais de 2.000 pedacinhos e isso dá aquelas pancadas na exibição, erros, demoras de acesso etc.

Se você nunca desfragmentou seus arquivos do sistema do Windows e programas instalados certamente estão certamente espalhados. Assim, ao executar qualquer coisa, ao invés de haver uma leitura direta no HD, a leitura terá que ser feita em um monte de pedaços diferentes e isso vai atrasar a execução. Nem fica em ordem sequencial, a cabeça de leitura pode ter que ira para frente e para trás para ler um arquivo na ordem correta. Hoje em dia, uma mesma unidade de alocação pode ter partes de diferentes arquivos.

Aliás, cá para nós, isto ocorrendo num sistema eletromecânico girando a 5.000, 7.200 ou 10.000 rpm é uma tecnologia espetacular.

O Windows sempre veio com um Defrag, mas é a pior opção de todas.

Os dois discutidos abaixo possuem versões gratuitas e pagas. Em minha opinião as pagas ainda estão caras para o usuário brasileiro, mas possuem muitas funções e opções a mais e são recomendáveis.

Até poucos dias atrás, havia só um desfragmentador realmente bom e eficiente. Era o Auslogics.

https://www.auslogics.com/en/software/disk-defrag/

O Auslogics possui em seus Settings algumas funções muito desejáveis e quase ninguém sabe que existem. em minha opinião, se você for usar o Auslogics, deverá marcar as quatro primeiras caixinhas. E a quarta é a mais importante de todas, pois manda o programa remover tudo o que o Winfows Update largou dentro de seu disco C: e que nunca mais será necessário para nada, por serem arquivos temporários de instalação que o Windows Update deveria remover sozinho, mas não remove.

defragler-3

Mas  hoje conheci e instalei outro, da Piriform, o Defraggler. Ele é nitidamente mais lento que o Auslogic. Mas possui uma opção que faz toda a diferença e não existia antes.

http://www.piriform.com/defraggler/download

Além da fragmentação os HDs possuem outra característica extremamente indesejável. Eles são divididos basicamente em três áreas de velocidade. Quanto menor é o diâmetro da área do HD menor é o tempo de acesso, portanto a gravação e leitura são mais velozes. Por algum motivo estranho a Microsoft e a Apple sempre definiram que o HD vai sendo preenchido da área mais rápida para a mais lenta. Isso significa que quanto mais cheio ele vai ficando, mais lento ele se torna. Tem gente que diz que isso é ‘hd pesado, hd muito cheio’. Abaixo, no HD que está sendo trabalhado para este artigo, o Auslogics nos mostra as três áreas: Fast disk acess (rápida) e mais embaixo a Slow (lenta). clicando nos quadradinhos você pode até saber qual arquivo está ali.

defragler 1

Essa fórmula é perversa pois a área de acesso rápido e a de acesso menos lento vão ficando cheias de arquivos velhos, que você não vê mais e até esqueceu que estão lá, enquanto a área mais lenta vai sendo preenchida com os arquivos mais recentes e os atuais.

Por exemplo, vídeos novos, edição em vídeo e áudio, arquivos temporários, vão ficando na área mais lenta, quando você preferiria que ficassem na mais rápida. Nos HDs sólidos, os SSDs, a velocidade é mesma, onde quer que esteja o arquivo a ser lido, mas a fragmentação de arquivos ocorre da mesma forma.

O Defraggler da Piriform, faz QUASE isso. Em [SETTINGS] [OPTIONS] [DEFRAG] logo a primeira opção é um quadradinho a ser marcado informando que os arquivos grandes, por default, acima de 250 MB mas você pode mudar isto, são enviados para a área lenta do HD durante a desfragmentação completa.

defragler-2

Estou fazendo pela primeira vez e vamos ver o quando será liberado de área rápida e menos rápida. Isto pode ser a solução para aumentar a velocidade de uso dos discos para muita gente.

defragler

Acima temos um printscreen da tela do Defraggler quando eu estava passando num hd de  1 TB. Em vermelho a fragmentação. Em amarelo apenas um arquivo de vídeo espalhado pela área de média velocidade do HD e se você perceber as unidades de alocação do mapa começaram a ser preenchidas da direita para a esquerda, veja as duas em verde que estavam sendo gravadas naquele momento. Isso mostra que os arquivos grandes começaram a ser remontados no HD a partir da última unidade de alocação.

Ainda falta um programa ou gerenciador de HD que permita ao usuário escolher onde quer colocar seus arquivos. Por exemplo:

Colocar na área rápida, o Windows, e os Programas instalados.
Mover arquivo para a área lenta.

Quanto maiores os HDs e mais vídeos usamos, mais falta isto faz.

quarta-feira, 24 de dezembro de 2014

PROGNÓSTICOS PARA 2015 E FRACASSOS DA INFORMÁTICA EM 2014

Chegou mais um fim de ano e chegou o momento de verificar se os prognósticos para 2014 se confirmaram. Sintetizando: não!

MP3 PLAYER

Existe um equipamento que faleceu apesar de ainda estar a venda por preços caríssimos e inacreditáveis. É o MP3 player e seu primo mais feio o MP4 player. Tinha até uns MP7 players chingling, lembra? Todos os smartphones tem players internos, então é muito mais coerente você comprar um cartão mini ou micro SD de 16 ou 32 GB onde poderá colocar todas as suas músicas e vídeos e ouvir e assistir pelo seu telefone, que por um aparelho externo. Aparelhos como o iPod estão aí encalhados em tudo quanto é canto e tem gente com coragem para pedir 250 reais numa bobagem destas com 2 GB de memória como no Submarino ou um iPod Nano por 746 reais na Saraiva, enquanto um cartão de 32 Gigas classe 10 (maior velocidade) MicroSDHC custa apenas 100 reais. Mas deve ter otário comprando MP3 players, senão, não estariam sendo vendidos.

Selfie_Stick_1

SELFIE STICK É A REVOLUÇÃO DA FOTOGRAFIA

Mas nessa área o grande sucesso iniciado há apenas uns 6 meses atrás que vem como uma avalanche de outubro para cá é o bastão para tirar selfies, uma invenção ingênua, barata, espetacular e que mudou o mundo, mudou a forma das pessoas se relacionarem com a fotografia. Mudou tanto o comportamento social no mundo inteiro que há comunidades criadas para atacar quem usa selfiestick taxando estas pessoas de antissociais e repugnantes. Mas ainda tem gente que pensa que a Terra é plana...

BANDA LARGA FIXA E MÓVEL

Mas o grande avanço de 2014 no Brasil foi a banda larga fixa. Começamos o ano felizes por termos 10 MBs e terminamos o ano felizes por termos 30 MBs pelo mesmo preço. Olha, são 200% de aumento de velocidade em um ano. Isso é espetacular. Mas se você tiver a sorte de já terem cabeado sua rua no Rio de Janeiro com o sistema OI Fibra (ótica), você vai pagar pouco mais que paga pelos 30 e receber 200 MBs (2.000%) de aumento em relação ao início de 2014, ou pagar o mesmo que paga hoje e receber 100 MBs, coisa que em países europeus é o normal já há alguns anos. Mas estamos chegando lá. Na internet móvel o 4G veio, veio caro e você quase não escuta ninguém comentar que tem, que usa, que funciona legal. Enquanto a fixa baixa os preços e aumenta muito a velocidade, a móvel não aumenta, se congestiona e apenas aumenta os preços colocando como benesses ao consumidor bandas mensais ridículas como a 300 MB que quase todo mundo tem, e que permite você assistir uns 15 ou 20 minutos de vídeos no YouTube por mês até estourar tudo o que vc tem, e creio que isto é intencional.

TEMPO IDEAL DE VÍDEOS NO YOUTUBE

Um reflexo deste consumo mensal insuficiente oferecido pelas operadoras de telefonia é o fato constatado de que a audiência média dos vídeos no YouTube ou Face que era de 3 minutos até o início de 2014, hoje baixou para 1 minuto meio, com o maior índice de abandonos dos vídeos após 24 segundos. Ou seja: se você não falar ao que veio nos primeiros 15 segundos do vídeo, o público não irá assistir. O padrão tradicional de discurso de começo, meio e fim, está morto para vídeos na internet, e precisa mudar para chamada e fim. Não tem mais tempo para o meio.

Por outro lado, você precisa desta velocidade de 100 ou 200 para acessar exatamente o que na Internet? Tudo está estagnado. Não há novidades. Os sites e portais de notícias são os mesmos de sempre. Está na hora de alguém criar algo novo.

PROCESSADORES QUADRA CORE EM SMARTPHONES

2014 foi um ano triste para hardware e software. Nenhum avanço relevante aconteceu em coisa alguma, nem mesmo nos celulares. O que havia de mais avançado com processadores quadra-core para os telefones continuou basicamente a mesma coisa, e ainda com valores super-inflacionados e que não permitem acesso geral das pessoas. Mas vendem o que produzem pois o consumidor está interessado nos seus próprios desejos e não em custo-benefício.

Sendo quadra-core, um smartphone pode executar mais tarefas ao mesmo tempo. Mas ora, ora, quantas tarefas ao mesmo tempo você usa no seu telefone? Estará no Waze, Whatsapp, Facebook, e telefone ao mesmo tempo? Muita gente está, mas o conceito de compartilhamento de tarefa das CPUs lida com isso, sendo ou não quadra-core. Óbvio que quanto mais rápido melhor.

WINDOS 8 PHONE, ANDROID OU iOS?

O Windows 8 Phone ganhou espaço no Brasil através da introdução a preços interessantes de linha Nokia e eu que possuo Android, mas que dei para minha esposa um Nokia destes, posso garantir: todos nós que utilizamos Android somos idiotas, pois entre os sistema operacionais de telefones é, com certeza o pior.

iPHONE 6 QUASE QUEBRA A APPLE

E na categoria do pior, a Apple com a introdução de seu modelo 6 deu um tiro no pé, aliás coisa que faz desde o início de sua existência. O treco dobra se vc sentar em cima com ele no bolso de trás e é óbvio que não podia ter entrado no mercado. Uma gigantesca operação de controle de danos foi realizado para tirar esta imagem da cabeça das pessoas, e não para tirar o produto do mercado. Mas quem consome Apple tem o perfil do consumidor de Ferraris e Porsches. Você não verá um consumidor de Apple afirmando: fiz bobagem! Podia ter comprado coisa melhor e mais barata. Nenhum consumidor das Ferraris mais caras vai afirmar que não tem maçaneta para abrir a porta por dentro, usa-se uma cordinha ou de Porsche afirmando que é super apertado. Alguém que usa Rolex vai declarar que marca as horas igualzinho a um Enrolex de camelô? Mas no caso do Iphone é pior, pois quase todos os consumidores são fidelizados e ávidos pelo próximo modelo, ao preço que for, já que não conhecem os telefones mais eficientes e amistosos de outras marcas. Apple é status e não eficiência e adequação.

SMARTPHONES A PROVA DÁGUA

O grande avanço previsto para 2014 não ocorreu. Era a tecnologia de proteção química permanente contra água desenvolvida para qualquer equipamento eletrônico. Proteger uma unidade era simples e rápido, independente de sua construção e feita através de vaporização. Podia-se proteger qualquer equipamento velho com tal tecnologia. A dúvida é se seria viável para produção em escala industrial. A única que parece ter apostado nisso  foi a Sony, colando um modelo, apenas um, no mercado brasileiro. Creio que os executivos pensaram três vezes e concluíram que ao proteger completamente um aparelho contra água, estariam se privando de repor aparelhos danificados por chuva e outros incidentes, preferindo eles, os fabricantes, a lucrar mais do que produzir um bem mais confiável e durável. Esta proteção estava previstas para smartphones, câmeras fotográficas e filmadoras digitais, tablets e notebooks. Talvez ainda venha, mas ao contrário do ano passado onde eu achava muito provável, hoje acho que é pouco provável. Equipamento militar deve estar sendo protegido desta forma.

HARDWARE BÁSICO NÃO SE DESENVOLVEU

Na área de hardware, a tendência notada desde 2013 prosseguiu. Não há praticamente nada de novo no mercado. O que mudou foram os preços e que estão atingindo níveis absurdamente caros e isso não tem a ver com o dólar subir de 2,40 para 2,60. Não há um processador novo relevante da Intel. Ao ver a lista de processadores da AMD, chega a dar pena, isso se você conseguir entender o que eles são de fato.

CPUS INTEL I3, I5 E I7

No caso da Intel, você precisa saber que a linha I3, possui dois processadores com hipertrading, ou seja, cada um pode executar duas tarefas ao mesmo tempo. A linha I5 possuir quatro processadores e alinha I7 possui 8 processadores. Por que não chamar de I2, I4 e I8? Vai lá saber. Curiosamente há processadores I3 que são tão ou mais velozes que os I7, nominalmente. Os preço estão absurdos. Hoje um bom I3 com velocidade de 3.5 GHz custa 345 reais (só o chip). Um I5 de 3.5GHz já salta para 600 reais, enquanto o de 3.9 GHZ já atinge 760 reais. Agora, quando você precisa de um I7 que deveria ter se consolidado no mercado o de 3.6 GHz começa em 900 reais e pode-se chegar ao de 4.4 GHz por 1.350 reais, lembrando que é apenas o chip e ainda precisa do resto do computador. Em 2013, um I7 de 3.07 GHz ainda era algo bem relevante. Hoje, o de 4.4 é praticamente 70% mais veloz e isso é algo fundamental para edição de vídeo, por exemplo.

MEMÓRIAS MAIS BARATAS E HDS DE PÉSSIMA QUALIDADE

As memórias se estagnaram em termos de velocidade, mas caíram muito de preço e isto é o lado bom. Por outro lado, os HDs também estão estagnados em capacidade de armazenamento e velocidade de acesso e subiram consideravelmente de preço. Consulte aí qualquer bom instalador de software ou de manutenção de computadores e ele vai afirmar para você que os HDs de 1 TB duram um ano e se ter sorte, dois anos e não há para onde correr. Todas as marcas são assim.

Se em 2011 eu perguntava quantos gigabtytes você possuía, hoje já se pergunta quantos terabytes você possui.

PLACAS DE VÍDEO COM ACELERAÇÃO GRÁFICA

O avanço mais significativo correu nas placas de vídeo com aceleração gráfica, utilizadas pelos gamers e pelos editores de vídeo principalmente. Se há 5 anos atrás, as placas mais caras possuíam 16 ou 32 processadores internamente, hoje há placas relativamente baratas com o chipset Nvidia, que é o necessário para usar um Adobe Premiere, por exemplo, com 192 processadores por 345 reais, mas também com 2.048 processadores, na faixa dos 1.500 reais. Veja se você consegue entender. Seu computador I7 pode processar 8 operações simultâneas, enquanto uma placa de vídeo destas processa 2.048 operações simultâneas. E fora do Brasil há equipamentos já 50 ou 60% mais velozes que estes, fundamentais para edições de imagem em Full HD e agora já na resolução 4K.

SMART TV GANHA MERCADO

Na área das televisões houve uma consolidação de uma convergência que parecia não ir a lugar algum, com as smart tvs. O preço diminuiu, quase todas elas vem com receptor wifi embutido, menos as da Samsung e se conectam com a rede de sua casa rapidamente, permitindo fazer tudo que você faz na Internet em um computador, na TV. Todas elas permitem colocar mouse e teclado sem fio, sem maiores dificuldades e são horríveis com os controles remotos, e todas elas permitem colocar câmeras com microfone para usar o Skype, mas aí, praticamente ninguém consegue fazer pelo simples motivo dos fabricantes não disponibilizarem tais câmeras e as TVs serem extremamente proprietárias, não permitindo que se enfie lá qualquer câmera, mas apenas o modelo tal, que não existe. O Procom, não está nem aí para tal questão. Outra coisa que estas tvs não fazem é copiar e colar. Vc não consegue passar um parâmetro de uma janela para outra de um browser e muito menos salvar qualquer coisa. Mas isso ainda vai mudar no futuro.

TABLETS, EREADERS, INK PAPER ILUMINADO E DE TOQUE

Os tablets estão vendendo bem, os modelos apostam no maior e mais pesado. O maior avanço se consolida muito devagar. É o Kindle Paper White, que desenvolveu um sistema de tela ink paper de toque (coisa que se afirmava ser impossível, mas também, antes se afirmava que o ink paper era impossível) e iluminada oferecendo uma leitura absolutamente perfeita. A Saraiva comercializa um modelo próprio. Eu tenho os dois e sinceramente, prefiro o Saraiva que o da Amazon. É um momento em que há um produto perfeito no mercado. Ambos tem o mesmo preço no Brasil. Mas os livros digitais no Brasil mantém a teoria econômica de esfolar o consumidor e custam praticamente o mesmo que um livro em papel. Só que não pode custar. É apenas um arquivo armazenado em um servidor a custo basicamente zero. Não consome papel, tinta, eletricidade nas gráficas, tempo de máquina, despesas de manutenção e custos fixos das gráficas, armazenagem e transporte. O custo justo para um ebook deveria ser a parte do autor e a parte da editora e com isso, cada ebook deveria custa 80% menos do que custam, dobrando a remuneração tanto do autor quanto da gráfica. Da forma que está, cada venda unitária de um ebook por uma editor implica num lucro gigantesco a nossas custas. Mas o brasileiro gosta de ser afanado, então paga. E enquanto pagar, as políticas de venda não mudam.

Por outro lado, no mundo inteiro o sistema de ebooks também se estagnou. Se você é jovem e não viveu o início dos anos 1990, nem sabe que a internet inteira era basicamente como o que você vê na tela de um eReader. A linguagem utilizada para programar os eBooks é arcaica e incompatível com as memórias gigantes e bandas larguíssimas que temos hoje e não permite, por exemplo, que se faça um ebook ilustrado corretamente ou um ebook de arte, por exemplo. É apenas texto e uma ou outra imagem. Está uns 20 anos defasado de realidade.

BIBLIOTECAS DIGITAIS ULTRAMODERNAS E ULTRAPASSADAS

As bibliotecas digitais de acesso remoto estão maravilhosas e se consolidaram muito em 2014 mas com um custo curioso. As mais antigas, criadas há 10 anos atrás, que eram espetaculares, ficaram ruins e lentas, pois o software que elas empregam, principalmente as europeias ficou para trás no tempo. Também é o caso de servidores caríssimos, lentos e antigos. Toda biblioteca é um paquiderme para se mover e a simples troca de um velho servidor Intel Xeon bi-processado por um Intel I7 bi processado que deveria incluir apenas a instalação de novos drivers e uma cópia de arquivos de HDs antigos para modernos e mais velozes, não parece que é feita. É muito provável que os sistemas de controle e apresentação de dados destas bibliotecas antigas seja muito difícil de exportar para sistemas novos, então, fica-se operando os antigos enquanto funcionarem.

CAMERAS FOTOGRÁFICAS DIGITAIS

As câmeras fotográficas e filmadoras digitais para o consumidor também estão especificamente estagnadas e os fabricantes optam por algo útil que é aumentar a velocidade dos processadores internos. Um número enorme de câmeras filma em Full HD, mas o movimento das pessoas produzirem seus vídeos de família, vídeos criativos, de viagens ou interessantes, permitido pelo fato de TODOS terem atualmente uma câmera de vídeo nas mãos, não acontece. Sem medo de errar, pode-se imaginar que 90% da produção de vídeos por smartphones é de vídeos pornô escondidos ou próprios. Uma ideia na cabeça e uma câmera na mão, não emplaca, inclusive para mim e talvez o motivo seja o da ainda dificuldade de se fazer pequenas edições em vídeos, pois os programas de edição ou são profissionais e complicados ou são amadores e péssimos e utilizar. Um fator que talvez impeça isso é o fato de um vídeo gravado em Full HD ocupar 1 GB para cada 10 minutos.

Vários fabricantes estão com câmeras que em tese se conectam com redes wifi para você editar e enviar suas fotos para a internet e todos os sistemas são ruins. A conexão wifi, mesmo em redes abertas e sem senhas, ainda depende da introdução de parâmetros técnicos e lamentavelmente não é como a dos telefones, que simplesmente se enfiam na rede. Nenhuma destas câmeras permite a inserção de um chip de telefonia para acessar redes 3 G ou 4 G. E levanto em conta que tiram fotos que produzem arquivos de 4 a 5 MB cada, uma das facilidades que seria tirar uma foto e mandar para a armazenagem em nuvem automaticamente, fica comprometida pois umas 40 fotos de 5 MB já detonariam sua banda mensal de 300 MBs, acrescido ao fato de que você só tem uma fração de sua velocidade contratada para upload.

WINDOWS 8 PARA COMPUTADOR É INSUPORTÁVEL

Ninguém aguenta este sistema operacional que é o pior já desenvolvido. Seu conceito era para máquinas com toque na tela, que quase não existem no mercado pelo simples fato de que ninguém vai ficar se esticando da cadeira para meter o dedo no computador sobre a mesa. Foi tão fracassado que já foi anunciado o Widows 10 que voltará às janelas tradicionais que lhe deram o nome. Aliás, a versão 8 abre apenas uma janela por vez na tela. É bizarro demais. Nos telefones e tablets é espetacular!

PREVISÕES PARA 2015

Creio que o mundo dos HDs SSD (Solid State Drive), que são apenas pacotes de memórias digitais e não mais HDs mecânicos será incrementado. A produção irá aumentar e os custos irão baixar. Hoje, qualquer SSD é mais veloz que os HDs que as pessoas compram por aí. Eu mesmo uso um para edição em vídeo. Atualmente já é uma prática economicamente viável você editar em um SSD e armazenar em HDs, principalmente os externos USB 3.0 que são baratos, eficientes, mas também pode m te deixar na mão se você tiver mania de não ejetar antes de remover a tomada USB ou enfiar um deles numa USB suja que promova um curto. Um bom SSD de 240 GB custa hoje 330 reais. Se eu fosse montar uma máquina eficiente hoje, optaria por dois SSDs de 240, um para o sistema e outro para edição e um HD normal de 1 TB para arquivo.

Creio que em terminaremos 2015 com muita gente conectada a 50 MB e quem tiver sorte, a 200 MB.

Os tablets e smartphones serão mais do mesmo e a ampliação da linguagem para a programação de ebooks, lamentavelmente não será modificada.

O protocolo IPV6 vai avançar rapidamente e nos países desenvolvidos começaremos a ver os tais equipamentos do dia-a-dia conectados em rede dentro das residências de forma inteligente. Por que não deixar que seu computador da casa ligue seu ar-condicionado meia hora antes de você chegar por exemplo, ou que você faça isso através de um app em seu telefone? Já há coisas parecidas mas que dependem de uma interface entre seu computador e uma tomada. O conceito é de que  seu ar-condicionado esteja conectado à casa por wifi e que a comunicação seja direta. Já há espelhos de banheiro que são telas, mostrando apps de previsão do tempo, trânsito, noticiários etc. E isso depende de cada objeto ter seu endereço de IP. Achávamos isso impossível mas é o que ocorre hoje com todos os computadores, tablets e smartphones. Cada um tem um número de identidade única. Só que os números estão esgotando no protocolo atual, o IPV4 e poderão continuar se expandindo por décadas através da adoção mundial e gradativa de um número maior, mais longo, como o permitido pelo IPV6.

MISTURA DE BIG BROTHER E THX 1138

A contrapartida é que o Estado vai saber qual é sua geladeira e o que tem dentro, qual é seu armário de remédios e o que tem dentro, o que você faz no banheiro, qual é a temperatura de sue café etc. A lei que obriga os carros no Brasil a terem um iMei (outro tipo de número de identificação único que os celulares já tem) foi adiada e ela permitiria que você fosse pedagiado em qualquer via pública e multado por excesso de velocidade a qualquer instante.

A grande questão que se coloca é simples: queremos isso como sociedade e como indivíduos ou seremos obrigados a aderir a isto para viver em sociedade? Para mim a resposta é simples: não, não queremos isso e sim, seremos obrigados a isso.

quinta-feira, 27 de março de 2014

Placa de vídeo NVIDIA GTX 650 TI BOOST

Algumas coisas que vc precisa saber. Em primeiro lugar trata-se de um equipamento excelente para quem trabalha com edição de vídeo a um custo mediano, entre 550 e 650 reais, no momento da redação deste texto, e variando muito com o dólar do dia. Nos EUA custa entre 120 e 140 dólares apenas. Não vou falar aqui do uso para vídeo games.

É uma placa voltada para o mercado de jogos, mas desempenha otimamente na edição de vídeo.

É claro que placas da família “700” e superiores são melhores e mais rápidas, mas para a mais básica delas, o valor da compra já triplica. A sugestão é sempre a mesma: compre a mais avançada que seu bolso suportar. Indo para a faixa em torno dos 900 reais vc deve comprar a GTX 670 que é consideravelmente superior

Há uma listagem completa com dados muito técnicos e o número de CUDA Cores de todas as placas da série 600, aqui: http://en.wikipedia.org/wiki/GeForce_600_Series

Existe uma diferença técnica muito grande entre os modelos 650, 650 TI e 650 TI Boost. Muda a arquitetura interna (a TI Boost é Kepler - como as placas QUADRO), muda o número de CUDA CORES (a TI Boost tem 768, o dobro da placa 650 “normal” que tem 384). CUDA Cores são os processadores de vídeo lá na placa. Se seu computador i7 tem 8 núcleos na CPU, esta placa tem 768. Se vc é novato na questão e nem consegue compreender como isto é possível, saiba que quase ninguém mais consegue também. As placas mais caras já possuem mais de 2.500 CUDA Cores aumentando o desempenho e incompreensão.

Neste link há uma lista das placas NVIDIA GEFORCE com arquitetura Kepler.

http://www.geforce.com/landing-page/graphics-cards-with-kepler-architecture

Por questão de preço, optei pelo modelo com apenas 1GB de DDR5, sendo encontrado no mercado o com 2GB. Outras placas de séries superiores podem ter até 8GB de DDR5. Há especiliastas que afirmam que mais memória na placa de vídeo significa mais velocidade de processamento e é mais desejável que mais CUDA Cores. Outros afirmam que mais CUDAs é melhor. Vc precisa escolher em quem quer confiar. Mas se comprar mais CUDAs e mais memória, não vai ter erro.

A 650 TI BOOST é o que os especialistas (coisa que eu não sou, eu sou usuário e tenho uma abordagem não técnica) recomendam como mínimo para editar em full hd obtendo uma velocidade de renderação boa. Vai trabalhar com 4K, mas aí fica mais lenta. Para full hd vc deve ir para placas superiores e para 4K mais ainda.

Na minha escolha tentei entender a diferença entre a família de chipset Quadro (comprada quase sem pensar por quem edita) e GTX. Li muito a respeito e descobri que a Quadro mínima recomendada para uso com Adobe Premiere CS6 Pro é da série 6000. Uma passada pelo mercado brasileira nos permite descobrir que estão nos empurrando séries 400, 500 e 600, todas com apenas algumas dezenas de CUDA Cores, totalmente ultrapassadas e afirmadamente (pela Adobe) não suportadas pela versão CS6. Mas o que tem de gente ainda aos trancos e barrancos com Premiere CS4 não é brincadeira. A estes, aviso que a versão CS 5.5 modificou radicalmente o programa, principalmente para Windows 64 bits e se vc não está com ela ou com a 6, está ERRADO e perdendo tempo e paciência. Aviso: os seus plugins da versão 4 e 5 não vão funcionar com a 5.5 e 6 (tenha certeza de que é assim). Entendi que há uma intenção dos fabricantes de plugins em vender novamente o que já lhe venderam, mas os preços estão baixando bem, vc compra direto pela internet, a maioria deles permite baixar versões de teste e vc pode comprar apenas os efeitos e transições individuais que quiser e não os pacotes todos, na maioria das vezes por cerca de 10 reais cada efeito ou transição. Então, não há desculpa para não comprar.

A MONTAGEM E INSTALAÇÃO

Antes da espetar sua placa nova, remova o driver de vídeo anterior, ainda mais se for um Catalyst da Radeon. O driver padrão do Windows assume durante a instalação sem maiores de dificuldades. Se vc estava acostumado com placas que davam o “boot” já pelos dois monitores, esta só assume os outros monitores após o driver entrar no Windows.

WindForce-2X-Cooler-Applied-to-Gigabyte-GeForce-GTX-650-Ti-Boost

Comprei uma Gigabyte (acima), já que minha placa mãe é da mesma marca. A GTX 650 TI BOOST é ENORME, com dois coolers com rolamentos totalmente silenciosos. Encaixou de forma suave na placa mãe (slot PCI 3.0) e vem com cabo de alimentação de força. Estou usando uma fonte de 600 watts reais e não tive nenhum problema com a placa que em desempenho máximo pode consumir 450 watts. Este dado vem na documentação, mas os testes independentes na web apontam para 79 watts em “repouso” e apenas 231 watts em esforço máximo

Segundo o vendedor, eu não deveria instalar os divers que vinham no disco, mas deixar o Windows buscar os mais recente. O sistema fez isso com simplicidade e suavidade. Depois da instalação pelo Windows, o driver assumiu e já me apresentou a opção de baixar um driver mais recente direto do fabricante com opção em português. Tudo rápido e suave. Me foi recomendado baixar também o NVIDIA GEFORCE EXPERIENCE que parece se tratar de um controlador adaptativo que encontra todos os seus jogos e programas e aplica as configurações internas da placa mais eficientes para cada um. Isto está funcionando, mas explico mais abaixo.

Cada fabricante possui um encapsulamento e um sistema de resfriamento diferente. Você pode conectar duas placas (o cabo não vem junto). Aliás, todos os terminais da placa vem com tampinhas plásticas muito interessantes. Lembre-se que o consumo elétrico será dobrado.

conectando duas 650

O fabricante afirma que se pode usar 4 monitores, pois há 4 saídas traseiras. Isto não é verdade. O vendedor me alertou que não se pode usar as duas DVIs, pois elas são uma só com pinagens diferentes e montadas em paralelo (da para ver isso). Assim, use a DIV que tem aqueles 4 furinhos a mais junto ao pino posicionador, pois este tipo de DVI lhe dá sinal digital e analógico, enquanto a outra só dá analógico. Use um cabo DVI-HDMI e seu monitor recebe sinal digital. Conecte o outro monitor como HDMI-HDMI e tudo é identificado automaticamente. O terceiro monitor é para ser conectado com um “display port” e juro para você que nenhuma loja que vende cabos faz ideia do que seja. Parece que no Brasil ainda não há cabos display port ou conversores. Assim, se você precisar de dois monitores + um aparelho de TV, aí não sei como fazer. Há amigos que, devido a esta dificuldade em várias das placas muito modernas, passaram para um monitor de 24 polegadas para edição e uma TV HDMI para a saída da imagem. Mas com a 650 TI Boost vc tem saídas apenas em 1920 x 1080 para o computador. Outras placas superiores vão a mais de 2500 pixels o que dá uma folga para editar. Eu acho terrível editar tudo em uma tela de 1920. Tem gente que usa notebook, então é questão de preferência e costume.

E A VELOCIDADE? É MUITO SUPERIOR MESMO?

Eu utilizava desde 2012 um placa ATI RADEON com 1 GB DDR3 apenas 58 cores (OPEN CL e não CUDA). Basicamente editava com o Sony Vegas do 10 ao 12, deixando ao Adobe Premiere só a função de chroma key, por que neste ela é perfeita, enquanto no Vegas tão ruim quanto sempre foi da versão 5 do Premiere para baixo. Eu não editava um programa inteiro de TV no Premiere, devido ao tempo enorme de renderação. O Sony Vegas “entende” o sistema OPEN CL, mas não entende o CUDA (agora eu já sei). Portanto, se você utilizar Sony Vegas, vai jogar dinheiro fora em placas CUDA e deve ir fundo nas placas OPEN CL.

Existem especialistas que afirmam que as ATI RADEON OPEN CL são mais velozes para trabalhar no formato MPG2, mas como o OPEN CL não funciona no Adobe, então não vale nada se vc for usuário do programa.

Já o Premiere não enxerga a aceleração OPEN CL e faz todo o processamento pela CPU do computador. Mas a instalação de uma placa CUDA não garante que o Premiere vai enxergá-la. Incompreensivelmente (dito em todas as FAQs) a Adobe criou um sistema de fato idiota que exige que o “nome” de sua placa esteja numa linha de um arquivinho de texto vagabundo. Se não estiver, o Premiere não reconhece a placa e não habilita a aceleração gráfica. O uso da CPU para renderar pode chegar aos 98% no CS6 e aos 80% no CS5.5 sem que vc possa controlar isso. Ou seja, o computador fica quase impraticável para você usar outros aplicativos.

Apenas com o tutorial abaixo e a instalação automática proposta pelo autor, o Premiere irá reconhecer a placa e ativar o Mercury (que é o módulo acelerador do Premiere). Sugiro passar o link para todos os que comprarem qualquer destas placas NVDIA para edição de vídeo. Tem gente que não sabe disso e vai usar apenas as DDR5 e achar que ficou bem mais rápido e fica mesmo.

http://www.studio1productions.com/Articles/PremiereCS5-2.htm

O Mercury é ativado em PROJECT / PROJECT SETTINGS / GENERAL


mercury adobe


NO SONY VEGAS 12

Não houve qualquer ganho de velocidade, nem ao menos pela troca de 1 GB de DDR3 por 1 GB de DDR5. Foi decepcionante. Achei que ia virar um foguete. A atuação na edição, scrub de timeline ficaram mais velozes, mas a renderação continuou a mesma, indicando que nos encapsulamentos AVI é feita pela CPU do computador.

Apenas quando você quer salvar para um dos formatos MPEG4 é que existe a possibilidade, nas propriedades, de optar por renderação pela CPU, ou por OPEN CL ou por CUDA, se estiverem presentes. A renderação por CUDA nesta placa que é muito superior à OPEN CL anterior não ganhou nada em velocidade.

A Sony parece que não sabe alguns dos macetes. E como a base instalada de Vegas cresce assustadoramente no Brasil é bom saber o que funciona e o que não funciona com ele.

NO ADOBE PREMIERE 6

Resumo: virou um foguete! Para ter uma ideia, uma renderação em 1440 x 1080 com aplicação de fundo chroma key e aquelas correções básicas de cor de pele e preto levava 1h50m para um take de 60m. Agora leva 30 minutos, incluindo mudança de formato de MPG2 para AVI-DV em 720 x 480. Daí, dá para perceber o salto que se dá e com um suo de apenas uns 30% da CPU do computador.

O fechamento de um programa de TV de uma hora, com inserção de comerciais em diversos formatos originais e algumas transições, sem mudança de formato entre NTSC DV e sai NTSC DV caiu para irrisórios 6 minutos, numa taxa surpreendente de 10:1.

Renderações de umas 120 transições e fades na timeline (apertanto ENTER) levam uns 15 ou 20 segundos apenas. Este tipo de relato é mais objetivo que comparativo de barrinhas coloridas ou contagem de flops ou de qualquer coisa especificamente técnica.

Fiz um teste com um clip de 55 segundos em NTSC DV no qual alterei profundamente brilho e contraste, tornando a imagem inútil. Sabemos que são dois controles que demandam tempo na renderação. Como vc pode ligar ou desligar o Mercury, com ele desativado, só se garantindo nas DDR5 e CPU a renderação levou 13 segundos o que já é um desempenho espetacular. Com o Mercury ativado, levou apenas 4 segundos !!!

Portanto se você é usuário de PC e Adobe Premiere CS5.5 ou CS6 essa placa irá lhe poupar um tempo precioso. Abre-se um novo universo de possibilidades para inclusão de mais efeitos, mais correções, mais aprimoramento de vídeo e áudio.

ÍNDICE DE EXPERIÊNCIA DO WINDOWS 7

Como vc pode ver pelas imagens, o índice que era alto para jogos, mas não para elementos gráficos com a placa ATI Radeon Open CL, saltou para a classificação máxima com a NVIDIA 650 TI BOOST.

TAXAS DO COMPUTADOR ANTES DA 650 E DO SSD

TAXAS DO COMPUTADOR DEPOIS DA 650 E DO SSD

Espero ter sido útil para alguém.

© José Roitberg - jornalista e pesquisador - 2014

sexta-feira, 20 de setembro de 2013

Formatando PenDrive ou HD externo para PC e MAC ao mesmo tempo

Se você trabalha com vídeo e fotos pode ter que enviar material de uma plataforma para outra ou receber material criado em outra plataforma e não é tão simples quanto parece.

É comum receber um pendrive, uma memória flash, um HD SSD ou um HD externo USB cujos dirvers se instalam corretamente mas o dispositivo não parece listado como um disco d:e: g: pi k:, por exemplo.

Ocorre o seguinte, principalmente com os HDs. Eles são formatados na máquina original. Se for PC, o formato do disco deverá ser NTFS e se for MAC, o formato será GTP.  SÃO INCOMPATÍVEIS. Um disco formatado num sistema não abre no outro e não existe ferramenta de conversão.

Para a coisa dar certo existe uma formatação chamada exFAT (Extended FAT – Tabela de Alocação de Arguivos  Extendida) criada para ser a cross-platform, a plataforma cruzada cujo disco abre nos dois sistemas operacionais diferentes.

Somente discos externos via USB ou entrada de cartão podem ser formatados em exFAT e não há motivo algum, nem permissão dos sistemas operacionais para vc formatar um hd interno assim. Não insista.

Então, para o transporte de arquivos enormes de vídeo, cada vez mais comuns nos hds externos, esqueça o material que está nele e está dando errado: volte ao computador de origem seja ele MAC ou PC, se for caso copie os arquivos de volta para o disco rígido do computador, formate o hd externo em exFAT e copie os arquivos a serem transportados novamente para ele. A partir disto, este hd externo vai funcionar nos MACs e em qualquer PC com Windows VISTA para cima (Vista, 7 e 8)

Se vc usar pendrives para este tipo de transporte sugiro a formatação exFAT também, só para garantir. Se alguém quiser saber o motivo, é porque geralmente vem formatadas com FAT32 que permitem arquivos únicos de até apenas 4GB o que está ficando bem curto para vídeo em alta resolução. A exFAT não tem limite para tamanho de arquivo. Como qualquer formatação, esta também é destrutiva: faça em discos novos ou se vc for jogar fora os arquivos que estiverem nele.

Tem um tutorialzinho simples em inglês mostrando como formatar em exFAT. Conheça isso pois pode lhe salvar horas de aborrecimento.

Como converter USB drive ou hd para exFAT

sábado, 15 de dezembro de 2007

Vegas rendering problems are not the software

Rendering is related to a lot of of hardware. If I understood, you said that your MPEG2 rendering are only 3 minutes of video per hour? There are very wrong things happening. First of all, what is your machine?

In my home P4HT 3.0 with only 1GB DR2 533 Kingston, 128 mb Geforce 400 and Sata HDs, [B]without[/B] a video capture card, full NTSC DV rendering with watermark logo applied all long of the timeline and 12 secs crawling text repeated four times, the rendering is 1 minute of video per 3 minutes (1:3) of rendering. Without crawl and watermark, things are almost 1:1,2 relation. And this, in a machine connected to the web, running Firefox, AVG, Zone alarm, Spybot... You are reporting a 1:20 relation...

If you have a capture card, some rendering is made by it's processor. Slow DDR1 memories means very slow renderings. Slow one core CPUs means slow rendering. Slow IDE HDs means slow rendering. Windows XP fast search archiving, and restore point creation activated, means very slow rendering. Fragmented HD means slow rendering. UDMA settings of HD have to be working.

Some virus and trojan may slow your computer. Anti-spyware slow things down.

CPU connection and cooling is a factor too. CPUs with pins are slower than contact CPUs. Mainboards are a factor too. Intel are faster an Asus, that are faster that PCchips, that are faster than others. Cooling is so important that actual Intel Quadra Core mainboards have cooling at all outputs of the board. Really creepy. Lack of "hot paste" between CPU and it's cooler my kill your speed.

Gold plated memory and slots contacts (usually at Intel mainboards) are really faster than other metal connectors.

But the worst thing that you can do is to have [B] Norton or McFee[/B] anti-"computer" software of suites running. This is dead blow in all of your performance. They are a "brake" not a solution.

The ideal for a video edition setup is that your computer is running with less things possible in memory, not connected to the web, to not need anti-virus, anti-spyware and firewall - memory and CPU/memory hard consumers.

Today, a good 512MB video card with DDR3 accelerates the things. Memories have to be fastest as possible: DDR2 800 or DDR3 more faster. But remember that XP works only with 2GB maximum. To use 4 or 8 GB (very cheap investment today) you need Vista.

So, don't blame Vegas or Avid: look at your hardware and other software. Vegas may be used in slow machines like old Durons, Celerons. K7 and K6, while Avid needs more punch.

Avid is great because, till now is the only that have "background rendering" while you are working. My professional edition computer, at work, has it and the Quadra Core Intel really rocketed the software. But for the people who lack information and buy Adobe Premiere any version, there is nothing to do... They are dead and waiting for rendering while we are doing other things after finished the job.