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domingo, 22 de novembro de 2020

Governo Republicano acusado de criar guerra contra os negros em 1971

Em 1971 o governo do presidente Republicano Richard Nixon inicia a campanha militar e policial mundial contra as drogas. Hoje, não sabemos se deu parcialmente certo e o consumo mundial gigante, seria ainda maior.

O fato publicado é que a mídia de esquerda norte americana e os estrategistas Democratas, foram rápidos no gatilho: ser contra as drogas era declarar guerra aos negros! Qualquer coincidência com a campanha contra Trump é mero planejamento.
Naquele momento Nixon estava fazendo o possível para retirar as tropas americanas do Vietnã, cuja participação foi iniciada pelo assassinado presidente Democrata Kennedy. Como os Republicanos ousavam dar as costas para a guerra criada pelos Democratas?
Nixon encerra a Guerra do Vietnã, com a derrota americana em 23/Jan/1973.
Então, a prática socialista da inversão, de acusar o inimigo pelas suas próprias ações com a finalidade de enganar o povo e posar de rei do hambúrguer vegetariano, foi utilizada.
Os Democratas implementaram todas as Leis de Crow, da discriminação e apartheid dos negros nos EUA, enquanto os Republicanos lhes deram toda a liberdade. Nixon queria por um fim a guerra. Portanto Nixon iniciava uma guerra aos negros.
Tudo que vimos nos EUA neste ano ainda é reflexo da Guerra da Secessão, dos republicanos antiescravagistas do Norte, contra os Democratas escravagistas do Sul.
O governo inventou uma campanha antidrogas para atacar as minorias, é o que diz o subtítulo.



quinta-feira, 24 de setembro de 2020

Personalidade da TV nos EUA diz aos americanos que os judeus que apoiam Trump são nazistas


Aqueles judeus energúmenos que gritaram na Rua das Laranjeiras, que os judeus apoiadores de Bolsonaro, como nós, "esqueceram o seu passado" e somos nazistas, tem hoje um motivo legítimo para comemorar. O discurso deles foi ipsis-sepsis-literis adotado pela "inteligentzia" da esquerda judaica norte americana.
O grande mané Donnie Deutsch (na imagem), 62, cuja profissão indicada é "personalidade de televisão", e já foi apresentador de programas de notícias na TV MSNBC, até ser demitido por um rolo com outra pessoa que trabalhava com ele, é a figura chave. Ainda assim é convidado da emissora para dar seus pareceres francos, honestos, ponderados e considerados corretos.
No dia 14 de agosto, ele já já arrumou um rolo no programa "Morning Joe", ao afirmar que um em cada três norte-americanos é racista por que confia em Trump. "Como é possível que um em cada três americanos ainda confie em Trump, com corona e tudo mais?", disse ele se referindo a uma pesquisa de opinião divulgada no programa. "A resposta é simples: um em cada três americanos é racista".
Bem, isso não é conosco. É apenas um de nossos irmãos judeus falando asneiras para atacar o candidato à presidência do partido rival.
Mas o que ele disse nesta terça-feira, (23/set/2020) é de nossa conta sim. Sabemos como funciona qualquer emissora de TV tendenciosa. E a produção do Morning Joe gostou do que Donnie Deustsch disse sobre os eleitores de Trump e o convidou novamente. Provavelmente com o briefing: pode sentar o cacete que a gente garante.
Note, leitor e leitora, que a proteção à liberdade total de expressão nos EUA é completa e nada do que ele disse no dia 14 ou no dia 23 poderá ser usado contra ele para ele ser acusado, aí sim, de racista e antissemita, o que ele demonstra ser.



Hoje no programa Morning Joe, Mr. Deustscher (Sr. Alemão, na tradução, acima) disse que não há diferença da retórica de Trump e Hitler e que "os judeus que o apoiam esqueceram seu passado". É a mesma frase da gritada por judeus contra judeus na Rua das Laranjeiras, enquanto o ainda candidato Jair Bolsonaro, era recebido na Hebraica para maioria da Comunidade Judaica que não é e nunca foi de esquerda política.
Deustcher foi mais além afirmando que a última manifestação a favor de Trump, nas ruas "parecia um comício dos anos 30" (isto é, um comício nazista na Alemanha.
"E qual é a diferença entre Adolf Hitler e Donald Trump?", prosseguiu Deustcher. "Eu não estou dizendo que existe um Holocausto, mas quando você olha as tática, é exatamente onde estamos agora."
Existe uma diferença muito forte e desafiadora entre o discurso de jovens de esquerda em Laranjeiras e o da personalidade de TV em rede. No Rio, foi um entrevero entre judeus. No caso de hoje nos EUA, o safado "determinou" para o público que o apoia, que todos os judeus que aceitam Trump e os republicanos são nazistas.
Veja bem: SE ISSO QUE DEUSTCHER DISSE NÃO É DISCURSO DE ÓDIO, eu não sei mais o que é discurso de ódio.
Qualquer irmão judeu que fala assim ainda mais rede nacional de TV, seja, nos EUA, seja aqui, seja em Cucamonga, me faz ter mais certeza de que o discurso e as táticas de Trump, Bolsonaro e Bibi são as corretas, por que este tipo de membro da alta inteligentzia de esquerda ODEIA não só tudo que é diferente dele, mas odeia mais ainda que as táticas e estratégias da direita política estejam dando certo.
Dias depois de ser feita a paz com UAE e Barhein, quando o Marrocos está na fila e o encontro entre Bibi e o líder político-militar do Sudão já está marcado, quando os países árabes começam a falar abertamente que a OLP tem que aceitar a Solução de Dois estados, só resta a um esbirro de Lenin, chamar quem alinhava isto e quem apoia isto, de nazistas seguidores de Hitler.
Chamar judeus de nazistas é discurso antissemita introduzido por Leonid Brezhnev, secretário geral do Partido Comunista Soviético (entre 1964 e 1982), em outubro de 1967 quando a URSS rompeu relações diplomáticas com Israel, após a vitória do Estado Judeu na Guerra dos Seis Dias. O rompimento foi imediatamente acompanhado por charges nos jornais soviéticos afirmando que os judeus eram os herdeiros de Hitler, que agiam como nazistas em relação aos palestinos e com a colocação da suástica inscrita da estrela de David da bandeira israelense. Tudo pensado, projetado e executado pelo Kremlin.
Chamar judeus de nazistas é uma ato antissemita, corrosivo, extremamente ofensivo e injurioso.
Hoje eu recebi um meme no Zap, listando a entidades que deploraram o discurso de Bolsonaro. No final vinha a frase: observando quem detestou, concluí que o discurso foi ótimo!

quarta-feira, 20 de dezembro de 2017

TRUMP DIZ QUE ONU VAI FAZER OS EUA ECONOMIZAREM UMA BOA GRANA



por José Roitberg

Após vetar ontem a resolução do Conselho de Segurança da ONU contra Israel ser a capital de Israel, uma nova batalha será travada nesta quinta-feira na Assembleia Geral da ONU.

A Donald Trump não está nem aí para os roteiros de séries como House of Cards ou Designated Survivor. Para ele, política-real é algo diferente, e poder é para ser utilizado abertamente.

Assim, o presidente dos Estados Unidos, declarou há algumas horas atrás algo que jamais esperaríamos escutar de qualquer presidente, menos do Putin.

"Deixe eles votarem contra nós. Vamos economizar um bocado", ao avisar que poderá cortar as ajudas de custo e financiamentos a todos os países que apoiarem a resolução que não é contra Israel e sim contra os Estados Unidos, pretendendo alguns países anular a decisão que só cabe aos Estados Unidos.

Se você acha que votos capitaneados por adversários vão fazer os Estados Unidos, voltarem atrás numa decisão feita há 22 anos por seu Congresso e implementada por seu presidente, bem, você seria muito naif.

É óbvio que é antissemitismo negar aos judeus o direito de escolher a capital de seu país. É óbvio que é antissemitismo negar aos judeus o direito de manter fronteiras conquistadas em guerras como TODOS OS PAÍSES DO MUNDO o fizeram, talvez menos a Austrália... É óbvio que é antissemitismo quando o Patriarca Católico Ortodoxo de Jerusalém vai à Ramallah pedir ajuda aos palestinos muçulmanos sunitas, contra a "judaização de Jerusalém", após Trump decidir mudar a embaixada americana para a Cidade Santa.

Todas as religiões são absolutamente livres numa Jerusalém capital do Estado Judeu, coisa que nunca aconteceu sob o domínio muçulmano, mas os católicos ortodoxos sempre odiaram muito mais os judeus que os muçulmanos.

"Eles recebem bilhões de dólares e votam contra nós. Bem, vamos observar estes votos. Deixe eles votarem contra nós. Nós vamos economizar muito. Eu não me importo." Disse Trump e prosseguiu: "As pessoas estão cansadas dos Estados Unidos - as pessoas que vivem aqui, nossos grandes cidadãos que amam este país - estão cansadas de estarem levando vantagens sobre nós, e não vão mais se aproveitar de nós."

A PIADA DO DIA PARA QUEM ESQUECE A HISTÓRIA.

O ministro palestino das relações exteriores Ryad al-Malki, afirmou que "Washington está ameaçando os países membros da Assembleia Geral da ONU por seus votos". Qua coisa bizarra. Logo um membro antigo da OLP que passou a década de 1970 ameaçando todos os países do mundo com sucessivos sequestros de avões com todos os seus passageiros. Uma OLP que desde 1963, não só ameaça, mas efetivamente assassina judeus em Israel não gosta quando é ameaçada... Ah... Vão catar tâmaras....

ENQUANTO ISTO NO BRASIL...

Nas mídias sociais, tolos judeus companheiros meus cobram da CONIB (Confederação Israelita do Brasil) uma posição firme diante do governo Temer (logo agora?). Cobram isto, porque a CONIB desfraldou suas bandeirolas elogiando a posse de Aloysio Nunes Ferreira como ministro das relações exteriores, mesmo ele tendo sido comunista de carteirinha e participante da luta armada contra o povo brasileiro nos anos 1960 e 1970. Sobre o ministro há duas coisas: a CONIB o chama de amigo; e os entendidos em política dizem que ele abandonou o comunismo faz muito tempo.

Ao contrário da maioria de meus amigos eu acredito que as pessoas mudam, que pesem os erros do passado e trilhem novos caminhos. Mas ficarei positivamente surpreso se Aloysio votar a favor dos Estados Unidos amanhã. E se votar será pelos interesses do Brasil e manter os braços dados com os EUA e não por interesses do Brasil com Israel ou influência perpendicular da CONIB.

UM FINAL ENGRAÇADO.

Tem gente que acha que pode vencer o Trump em negociações... Tadinhos...

segunda-feira, 11 de dezembro de 2017

RUSSOS SE RETIRAM DA SÍRIA

por José Roitberg

Vladimir Putin, ordenou no sábado a rápida retirada de TODAS AS TROPAS RUSSAS do território sírio, após declarar, por sua vez que a capacidade militar do Estado Islâmico foi totalmente destruída e as as tropas muçulmanas locais podem lidar com os restos do Califado.

Se você for ingênuo a ponto de não acreditar que este movimento faz parte do IMENSO ACORDO REGIONAL para levar a geopolítica do Oriente Médio para a realidade, bem, você certamente irá deixar sua Chanukiá com as velinhas acesas pro Papai Noel e o Coelhinho da Páscoa se deliciarem com gostosos sufganiot (bolinhos fritos de massa típicos da festa de Chanucá que se inicia neste dia 12 de dezembro).

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Na foto, um soldado de operações especiais russo leva no capacete sistema pequeno de visão noturna e aponta seu fuzil AK-74 calibre 5.45×39mm com mira de ponto virtual (holográfica), lazer e sabe-se lá mais o que. Antes que perguntem é 74 mesmo, simplesmente por ter sido introduzido no ano de 1974. O AK-47 é calibre 7.62×39mm e o 47 vem do ano que foi introduzido, se bem que começou a equipar as forças soviéticas apenas em 1949.

O que significa a saída dos russos da Síria para Israel?

Sai o maior porta-aviões da frota russa, saem todos os aviões de ataque ao solo com suas bombas e misseis inteligentes, saem todos os tanques T-72 com blindagem reativa de última geração, saem os tanques-drone robotizados, saem as tropas especiais, saem os radares entre os mais modernos do mundo e também saem todas as baterias antiaéreas S-300 e S-400 de última geração que podiam abater qualquer aeronave sobre o espaço aéreo de Israel e Líbano.

Com isso, a ameaça de uma força militar que Israel não poderia atacar para não abrir uma guerra com a Rússia, mas que poderia ser utilizada pelos russos para ajudar seus aliados no caso de ataques de Israel (note que durante dois anos isso nunca aconteceu) deixa de existir e Israel volta a ser a potência militar capaz de controlar dos céus também sobre o Líbano e a Síria sem maiores dificuldades. Os russos deixam lá os mísseis S-200 repotenciados, que já foram disparados cerca de 10 vezes contra aviões de Israel sem qualquer impacto, ou seja, são inúteis contra a aviação de Israel, Turquia, Jordânia e Arábia Saudita.

Os Russos largaram o Irã e seu Hezbollah por conta própria em suas vociferações contra Israel, enquanto os EUA estão abertamente e repudiadamente a favor de Israel.

O que os Russos ganharam na Síria?

Testaram em condições de combate todos os seus sistemas inteligentes de guiagem de mísseis, de drones aéreos e terrestres, sistemas de visão noturna e inteligência digital de campo de batalha, sua blindagem reativa única para tanques de guerra, mas principalmente deixaram uma geração se seus militares com experiência de combate, coisa que não ocorria desde a invasão soviética do Afeganistão.

Agora, caso o Estado Islâmico esteja realmente batido na Síria, haverá muitos bilhões de dólares correndo para a limpeza e reconstrução de praticamente todas as cidades principais.

Mas uma pergunta vale o milhão!!!

Quanto dos refugiados sírios na Europa você acham que são patriotas e voltam para reconstruir seu próprio país?