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quarta-feira, 6 de junho de 2018

Será que você precisa de uma dock station para HDs?

por José Roitberg

Sempre que encontro uma solução interessante na área de informática opto por compartilhar com os amigos. E este é o caso da Dock Station distribuída pela Mymax do Brasil.

Sua utilização é muito simples. O ela tem uma fonte de alimentação externa e um cabo USB proprietário. Ligada ao seu computador, permite espetar até dois HDs SATA ao mesmo tempo. Não importa se são modelos grandes ou pequenos. Nas fotos de divulgação temos um de cada, e as especificações de vendedores não declaram que se pode colocar também dois grandes ou dois pequenos.

Esta unidade possui um interessante botão de CLONAGEM de HD. Assim, se vc colocar dois iguais, pode fazer uma cópia backup independente de software no computador, indicando que a Dock Station não é apenas um suporte, mas possui programa também. Eu não sei se permite clonar o conteúdo de um HD de menor capacidade para um de maior capacidade.


Este tipo de Dock Station substitui aquelas gavetas externas que eram muito chatas, pois a ideia era ter uma gaveta para cada HD, precisava montar, atarraxar etc. Na Dock Station é só encaixar os HDs que você tem jogados em sua casa ou trabalho. Hoje somos acumuladores de HDs.

A desvantagem da Mymax é não possuir o encaixe para HDs IDE mais antigos, mas até dá para entender que a opção por SATA é mais coerente.

A vantagem é possuir no mercado um modelo com USB 3.0, conexão muito mais veloz que a USB 2.0. Você pode identificar no seu computador ou notebook pela cor azul da tomada USB. Se não tiver USB azul, então não tem 3.0. Ao longo do tempo já compreendi que a 3.0 tem uma programação de controladores bastante diferente das anteriores 2.0 e 1.0. Por exemplo, HDs em gavetas que não abrem pela tomada 2.0. abrem normalmente quando conectados a uma tomada 3.0, mesmo que a gaveta não seja 3.0.

A maior parte das Dock Stations baratas no mercado são 2.0 e isto está indicado nas embalagens dela. Eu sugiro você comprar a 3.0 de qualquer modo, pois vai funcionar numa tomada 2.0.

Nos HDs antigos que já coloquei na Dock Station todos SATA 3, a velocidade de transmissão de dados pela USB 3.0 foi ótima, entre 80 e 85 MegaBits por segundo.

E o mais importante é que as Mymax, tanto 2.0 quanto 3.0 funcionam no Windows 10 direto. Quem usa 'o Win10 já entendeu que muitas tralhas USB mais antigas não são suportadas pelo sistema operacional como joysticks, tablets de desenho, gamepads e dock stations. Parece intencional para o 'propriotário' do computador gastar grana em acessórios novos.

PROGRAMAS IMPORTANTES PARA ACOMPANHAR

Se você tem os HDs mais antigos seus problemas são semelhantes aos meus. Você deve querer transformar os antigos HDs, em depósitos, principalmente de vídeos e para isso via precisar realizar duas ações pouco comuns, caso não queira formatar o HD velho, provavelmente com arquivos que você pretende deixar largados lá.

Tem que apaga a pasta do Windows e tem que unificar as partições, ainda mais se, como quase todas as pessoas, você dividia seu HD em partições diferentes, E através dos utilitários do próprio Windows não tem como fazer isto. você precisa de ajuda.

REMOVENDO A PASTA DO WINDOWS

Se você tentar apagar, vai dar de cara com avisos de não possuir autorização para isso, não tem acesso às pastas que deseja apagar. Mas o disco é seu, o sistema é seu. Como não há autorização? Reclame com o Tio Bill Gates ou resolva fácil.

Baixe e instale um pequeno aplicativo que modifica as chave do Registro chamado Obter Controle Total.

https://www.4shared.com/rar/M3aS3Pe3ba/Obter_Controle_Total.html

Isto vai instalar uma opção de menu com o outro botão do mouse sobre um pastas. A coisa é executada no DOS e na pasta do Windows vai demorar pois são dezenas de milhares de arquivos que precisam ter seu atributo trocado, mas você vai visualizando o que acontece. Depois é só apagar a pasta do Windows ou qualquer outra com acesso antes negado.

Para resolver a questão das partições em discos externos de foram simples e veloz baixe e instale o MiniTool Partition Wizard na versão free ou paga. Para mesclar partições a free é o suficiente.

https://www.partitionwizard.com/

sábado, 25 de novembro de 2017

Windows 10 lento para iniciar e nos minutos após a inicialização

Há dois fatores já bem conhecidos para a demora da inicialização do Windows 10. Não para a tela dele entrar, mas para você poder começar a usar o computador na área de trabalho. Pode ser que até tudo fique lento de travado durante os primeiros minutos e você não consegue nem abrir uma janela. Como isso pode acontecer no i7 com 32 ou 64 GB de memória rápida?

Ah… Agradeça aos fabricantes e fornecedores Crapware, que mesmo sabendo dos problemas de seus softwares, deixam a solução para malucos como nós, ao invés de RECONHECER que há problemas e enviar uma nota oficial do que fazer.

O primeiro grande problema é a interação do Zone Alarm com o Windows 10. Nem o fabricante do anti-virus e firewall, nem a Microsoft de pronunciaram sobre o assunto. Adotam o comportamento de avestruz com uma pequena diferença, pois elas foram um bicho híbrido. Para fugir dos problemas, enfiam a cabeça deles num buraco no chão, mas deixam virada para cima a nossa bunda, e não as deles.

Entusiastas descobriram que o Firewall do Zone Alarm, um dos mais utilizados no mundo, se comunica com o sistema de backup do Windows 10 e por 5 a 10 minutos pode elevar o uso da CPU, nos piores casos a 20% (no meu caso chegava a 55%). Mesmo assim com 80% da CPU livre, nada funcionava. Após os 10 minutos iniciais a coisa se acertava e passava a consumir ‘apenas’ 10 a 12% da CPU para fazer o quê? Aparentemente NADA! Mas alguma coisa estava rodando em sua máquina. Tem gente que testou isto mesmo com o cabo de rede desconectado e descobriu que o Firewall junto com Backup estavam agindo mesmo sem conexão de internet, portanto, algo muito errado aí. Então, a definição para resolver PARTE do problema é abrir a interface do Zone Alarm, ir no Firewall e desliga-lo com os dois botões que existem lá. Precisa reiniciar o computador necessariamente.

Após a reinicialização, a primeira coisa que vc deve fazer, é entrar nas configurações do Windows 10 e habilitar o Firewall do Windows, que estará desabilitado pela instalação ter detectado o Zone Alarm anteriormente. Para ficar seguro, você deverá reinicializar o computador novamente se o Win 10 não avisar que você deve faze-lo.

O antivírus do Zone Alarm, até segunda ordem pode ser mantido. Está síndrome aí acima afeta as versões gratuitas e pagas, da mesma forma.

MAS MEU FIREWALL NÃO É O ZONE ALARM

Você terá que proceder da mesma forma já que vários sites especializados testaram os firewalls, mais utilizados no mundo e TODOS apresentaram o mesmo problema. Assim no Windows 10, só o firewall nativo.

Há relatos também, e isso acontecia comigo, desta síndrome de estranho abuso da CPU ocorrer ciclicamente a cada 8 ou 10 horas, sem que qualquer serviço estivesse agendado.

SEGUNDO E MAIS IMPORTANTE PASSO

Há outro SERVIÇO que detona o início do Windows 10. Ele é chamado de SUPERFETCH e pode ser encontrado através do MSCONFIG lá na aba de serviços.

O Superfetch existe desde o Windows Vista e você não deve ter notado problemas com ele até chegar ao Windows 8.1. O Superfetch serve para colocar na memória RAM (aquela dos pentes do computador) os programas e trechos de programas que o Windows entendeu que você mais usa, para eles iniciarem mais rápido. Coisa até sem sentido se seu computador tem apenas 2 GB ou 4 GB de RAM. Ele foi desenvolvido na época dos HDs e não foi projetado para SSDs, cada dia mais baratos e comuns.

Acontece que o SSD tem uma leitura tão velos quanto às RAMs e dispensa o uso do Superfecth. Para piorar a coisa, este serviço, mesmo com SSDs funcionava corretamente no Win 7 e Win 7 SP1 e  funciona incorretamente no Win 8.1 e Win 10.

superfetch

Assim, se você usar SSD para o sistema operacional e para as pastas de programas, o que é normal de quase todos nós, então precisa DESABILITAR O SERVIÇO SUPERFETCH, pois ele vai ficar alguns minutos, na inicialização do computador, copiando programas para a RAM. Mas se você usa HD e tem mais de 4 GB de memória, sugiro manter. Faça um teste. Agora, se você usa um daqueles notebooks de 2 GB que são um saco para iniciar, então detone o superfecth e você terá uma grata surpresa.

Note a posição do rollover à direita, pois o Superfecth fica lá para baixo, pertinho do Telefonia, que é mais simples de encontrar.

sábado, 20 de maio de 2017

Qual é o melhor desfragmentador para o Windows?

Atualização em 7/dez/2022 - A informática evoluiu muito. Hoje um número muito grande de PCs e Notebooks, sem falar em todos os telefones celulares, utilizam memórias sólidas. O HD está com os dias contados. Para as memórias sólidas não existe a necessidade de desfragmentação pois o tempo de acesso a cada local de memória é exatamente o mesmo. Portanto, nunca desfragmente discos SSD, discos NV1, cartões de memória e celulares.

(texto original abaixo, válido apenas para HDs)
A maioria dos usuários nem sabe que precisa desfragmentar os HDs. Quase sempre que pego algum computador de amigo muito lento o primeiro susto é ver que o disco está com mais de 50% dos arquivos fragmentados.

A fragmentação é quando um arquivo é espalhado e mais de uma unidade física de alocação não contígua, a grosso modo. As vezes você pode ter um mero arquivo de vídeo de 360 MB espalhado em mais de 2.000 pedacinhos e isso dá aquelas pancadas na exibição, erros, demoras de acesso etc.

Se você nunca desfragmentou seus arquivos do sistema do Windows e programas instalados certamente estão certamente espalhados. Assim, ao executar qualquer coisa, ao invés de haver uma leitura direta no HD, a leitura terá que ser feita em um monte de pedaços diferentes e isso vai atrasar a execução. Nem fica em ordem sequencial, a cabeça de leitura pode ter que ira para frente e para trás para ler um arquivo na ordem correta. Hoje em dia, uma mesma unidade de alocação pode ter partes de diferentes arquivos.

Aliás, cá para nós, isto ocorrendo num sistema eletromecânico girando a 5.000, 7.200 ou 10.000 rpm é uma tecnologia espetacular.

O Windows sempre veio com um Defrag, mas é a pior opção de todas.

Os dois discutidos abaixo possuem versões gratuitas e pagas. Em minha opinião as pagas ainda estão caras para o usuário brasileiro, mas possuem muitas funções e opções a mais e são recomendáveis.

Até poucos dias atrás, havia só um desfragmentador realmente bom e eficiente. Era o Auslogics.

https://www.auslogics.com/en/software/disk-defrag/

O Auslogics possui em seus Settings algumas funções muito desejáveis e quase ninguém sabe que existem. em minha opinião, se você for usar o Auslogics, deverá marcar as quatro primeiras caixinhas. E a quarta é a mais importante de todas, pois manda o programa remover tudo o que o Winfows Update largou dentro de seu disco C: e que nunca mais será necessário para nada, por serem arquivos temporários de instalação que o Windows Update deveria remover sozinho, mas não remove.

defragler-3

Mas  hoje conheci e instalei outro, da Piriform, o Defraggler. Ele é nitidamente mais lento que o Auslogic. Mas possui uma opção que faz toda a diferença e não existia antes.

http://www.piriform.com/defraggler/download

Além da fragmentação os HDs possuem outra característica extremamente indesejável. Eles são divididos basicamente em três áreas de velocidade. Quanto menor é o diâmetro da área do HD menor é o tempo de acesso, portanto a gravação e leitura são mais velozes. Por algum motivo estranho a Microsoft e a Apple sempre definiram que o HD vai sendo preenchido da área mais rápida para a mais lenta. Isso significa que quanto mais cheio ele vai ficando, mais lento ele se torna. Tem gente que diz que isso é ‘hd pesado, hd muito cheio’. Abaixo, no HD que está sendo trabalhado para este artigo, o Auslogics nos mostra as três áreas: Fast disk acess (rápida) e mais embaixo a Slow (lenta). clicando nos quadradinhos você pode até saber qual arquivo está ali.

defragler 1

Essa fórmula é perversa pois a área de acesso rápido e a de acesso menos lento vão ficando cheias de arquivos velhos, que você não vê mais e até esqueceu que estão lá, enquanto a área mais lenta vai sendo preenchida com os arquivos mais recentes e os atuais.

Por exemplo, vídeos novos, edição em vídeo e áudio, arquivos temporários, vão ficando na área mais lenta, quando você preferiria que ficassem na mais rápida. Nos HDs sólidos, os SSDs, a velocidade é mesma, onde quer que esteja o arquivo a ser lido, mas a fragmentação de arquivos ocorre da mesma forma.

O Defraggler da Piriform, faz QUASE isso. Em [SETTINGS] [OPTIONS] [DEFRAG] logo a primeira opção é um quadradinho a ser marcado informando que os arquivos grandes, por default, acima de 250 MB mas você pode mudar isto, são enviados para a área lenta do HD durante a desfragmentação completa.

defragler-2

Estou fazendo pela primeira vez e vamos ver o quando será liberado de área rápida e menos rápida. Isto pode ser a solução para aumentar a velocidade de uso dos discos para muita gente.

defragler

Acima temos um printscreen da tela do Defraggler quando eu estava passando num hd de  1 TB. Em vermelho a fragmentação. Em amarelo apenas um arquivo de vídeo espalhado pela área de média velocidade do HD e se você perceber as unidades de alocação do mapa começaram a ser preenchidas da direita para a esquerda, veja as duas em verde que estavam sendo gravadas naquele momento. Isso mostra que os arquivos grandes começaram a ser remontados no HD a partir da última unidade de alocação.

Ainda falta um programa ou gerenciador de HD que permita ao usuário escolher onde quer colocar seus arquivos. Por exemplo:

Colocar na área rápida, o Windows, e os Programas instalados.
Mover arquivo para a área lenta.

Quanto maiores os HDs e mais vídeos usamos, mais falta isto faz.

domingo, 24 de julho de 2016

Instalar o Windows 10 ou não?

Você não vai gostar do meu conselho. O Windows 10 é ótimo! Então, não instale!!!

O que aconteceu comigo? No trabalho configuramos dois computadores, um I5 e um I3, mais um notebook com I3 e tudo funcionou corretamente. As três máquinas estão redondinhas e tudo certo.

Mas na minha ilha de edição que é um I7 parrudo, tudo parecia ir às mil maravilhas, até que o alarme de temperatura da CPU começou a disparar, no inverno… Algo de podre. Ventoinha box da Intel, limpa, rotação de manual e lá estava a tempertatura girando em torno de 80 graus, quando o normal desta máquina é 43 graus.

Entrei em pânico, havia programas de TV a renderizar. Bastava começar a renderizar e a temperatura subia para 98  a 100 graus, disparando o alarme e travando a renderização.

SUPERAQUECIMENTO

Percebi então que mesmo com a máquina paradinha sem fazer nada, muitas vezes havia um uso de 14% da CPU, e a temperatura lá em cima. Comecei a procurar na web pessoas com o mesmo problema e achei um monte delas. Máquinas Intel, HP, Dell, Compaq, Sony, todas indiscriminadamente. Muita gente acusano nos foruns da Microsoft e da Intel de haver uma grande cagada no Windows 10 que fazia as CPUs ficarem inutilizadas termincamente.

(atualização em 11/ago/2016) – Uma amiga que tinha instalado o Windows 10 no notebook dela, além de perceber o superaquecimento, disse que o computador parecia mais um helicóptero com a ventoinha girando no máximo o tempo todo. Ainda há pouco, me avisou que detonou o Windows 10 e experimentou a última versão do Ubuntu (Linux) e, sem muitas surpresas, a máquina está veloz e a ventoninha da CPU nem ligou… Então a minha constatação e de meus amigos de que há um bug seríssimo no Windows 10 que pode destruir seu computador por superaquecimento é ABSOLUTAMENTE REAL E VERDADEIRO. Lembre-se de que quanto mais aquecida a CPU mais lento é o computador.

SERVIÇO ESTÚPIDO LIGADO AO SKYPE

Decobri de forma simples que o comedor de CPU e memória era um serviço ligado ao SKYPE. Mas como podia ser, se não tenho o Skype instalado? Procurando na web novamente, vi uma enxurrada de reclamações de gente realmente irada e a Microsoft afirmando que instala e roda este serviço na máquina de todos, mesmo que o usuário não queira o Skype. Se você usa o Windows 10 sem Skype remova este serviço diabólico.

Felizmente, gente mais desesperada que eu usou a opção de reversão para o Windows 7 a partir do Windows 10 e, pasme: a temperatura voltou ao normal. Isso prova, pelo menos para mim e para quem já passou pelo drama, que há uma craca séria no Windows 10 que afeta indiscriminadamente a qualquer marca, mas que afeta apenas a um grupo reduzido de usuários.

Parti para a reversão para o Windos 7 e claro… Não funcionaou. Ok, sem problemas. Uso meu sistema num SSD, os programas estão na nuvem da Adobe e Microsoft então formatar HD e reinstalar é simples e rápido. Voltando então ao Windows 7 o computador estabilizou normal, em seus agradáveis 43 graus.

No notebook Acer de uma amiga minha ocorreu a mesma coisa. Se ainda assim você tentar instalar o Windows 10, primeiro verifique na Internet se há drivers de WIndows 10 para sua placa mãe, senão você pode entrar numa enrascada. Vários tablets que rodam WIndows 8 e 8.1 oferecem a atualização para o Windows 10 e não há drivers para estes tablets. Ou seja, se instalar, está arriscado a não funcionar e não conseguir reverter. Parece que a Microsoft não consegue definir se uma instalação do Windows 8 e 8.1 está num computado ou notebook, ou num tablet para não oferecer a atualização fatal.

Bem, essa é só minha opinião e uma forma simples de você resolver seu problema de superaquecimento da CPU no Windows 10.

quarta-feira, 28 de outubro de 2015

Como remover WMPNetworkSvc

Seu Windows inicia lento e devagar? Depois do desktop aparecer o led do HD fica aceso e você não consegue iniciar programa algum, mesmo que sua máquina seja rápida? Fique calmo, pois não é problema de hardware ou discos. É um serviço IMBECIL instalado por padrão pela Microsoft no Windows, coisa que ela não resolve desde o lançamento do Windows 7 e já vamos para o 10.

Este serviço, em princípio não serve para nada. Ele deveria fazer um compartilhamento de suas músicas e vídeos por sua rede interna de computadores. Agora me diga? Quem é que quer isso? Creio que ninguém.

Para fazer este compartilhamento o serviço fica varrendo seus hds a procura de arquivos e criando uma lista própria sabe-se lá onde. Apesar de usar pouquíssima CPU e memória, ele ocupa o barramento de acesso as hds impedindo que você use o computador corretamente até o serviço acabar. Ele roda em segundo plano e ninguém sabe o que está havendo.

Para ter certeza de que é isso que atravanca sua máquina, abra o Gerenciador de Tarefas, depois a aba Serviços e veja se o maldito está ‘executando’ como na imagem abaixo.

serviço de compartilhamento de rede do windows media player

Se vc souber como interromper um serviço, nem precisa tentar pois o acesso é negado. Também não adianta usar o MSCONFIG e desmarcar a caixinha de iniciação do estorvo, pois ele reinicia sozinho. O mais perverso é que este serviço varre os hds a cada iniciação do WIndows. É um absurdo cortezia de Bill.´

serviço de compartilhamento de rede do windows media player 2

Só há um jeito de detonar o WMPNetworkSvc e é muito simples e rápido. Vá em iniciar e digite “ prompt “ sem as aspas e espaços. Clique com o botão esquerdo no Prompt de Comando e mande  Executar como Administrador (senão, não funciona).

Em seguida copie, cole (só com o mouse, o cntrl+v não funciona em DOS). Dê Enter em um de cada vez é claro.

sc stop "WMPNetworkSvc"
sc config "WMPNetworkSvc" start= disabled

Se você quiser remover, deletar de fato este serviço, use mais este comando.

sc delete "WMPNetworkSvc"

serviço de compartilhamento de rede do windows media player 3

Espero ter ajudado alguém mais uma vez.

quinta-feira, 5 de março de 2015

COMO PROCURAR ARQUIVOS GRANDES NO WINDOWS?

Não tem coisa mais frustrante que você querer procurar arquivos em seu computador no Windows, por tamanho e se deparar com a imagem abaixo, um menu de 15 ou 18 anos atrás, onde um arquivo ‘gigante’ tinha mais de 128 MB. Hoje há músicas em  alta qualidade com este tamanho. E a Microsoft não se importou em corrigir este menuzinho mequetreque agora.

pesquisa por tamanho 1

Então, como procurar arquivos grandes ou maiores no seu computador com Windows?

E a Microsoft também não se importou em informar a você ou a mim que estes parâmetros velhos aí são apenas uma referência e que você pode entrar com qualquer valor antecedido dos operadores lógicos ‘ < ‘ menor-que e ‘ > ‘ maior-que. No exemplo abaixo de forma muito simples só arquivos com mais de 1 GB ‘torto’ > 1000MB. É muito simples e isso vai ajudar a você a encontrar e remover rapidamente arquivos de fato enormes que você esqueceu aí pelo seu HD.

pesquisa por tamanho 2

José Roitberg - jornalista e pesquisador

quinta-feira, 7 de novembro de 2013

Tamanho ideal das unidades de alocação no Windows

Algumas contas interessantes. Como peguei um disco novo, um Seagate Slim de 500 GB resolvi fazer umas experiências. Já havia lido que o tamanho da "unidade de alocação de arquivos", parâmetro que vc deve indicar ao formatar um HD influenciam tanto na velocidade de acesso, quanto no número de arquivos que podem ser guardados no HD. Por vezes temos HDs muito "ocupados", mas não encontramos os arquivos enormes que os ocupam. Talvez, culpa de uma definição errada das unidades de alocação.
Considere o seguinte: entenda a unidade de alocação como uma caixa de papelão onde você só pode colocar um objeto. Quanto menor a caixa, menor será o objeto que cabe. Se a caixa for muito grande um objeto pequeno ficará sozinho lá dentro e o resto do espaço da caixa não será utilizado. Mas como tratamos de arquivos, cada arquivo será espalhado pelo número mínimo de caixas onde ele couber por inteiro, preenchendo 100% de cada uma, menos da última.
Antigamente, quando tínhamos arquivos muito pequenos, hds que hoje parecem piada, com 30 MB somente, era comum fixarmos as unidades de alocação no menor tamanho possível. Era ridículo um arquivo de texto de 1 kb ocupar uma unidade de alocação inteira de 16 kb. Perdia-se 15 kb. Hoje a maioria dos arquivos é enorme e as unidades de alocação não cresceram. Se você tem muitos arquivos pequenos, terá seu HD cheio de espaço vazio marcado como ocupado.
No sistema padrão do Windows, o NTFS há apenas cinco opções básicas e a maior é de 8 kb. A padrão é de 4 kb. Imagine então uma fotinho digital de 4 MB, que irá usar 1.000 unidades de alocação de 4 kb... No sistema exFAT (compatível com PC e MAC ao mesmo tempo, funciona nos dois sistemas) o tamanho máximo é de 32 kb.
Parece resolvido! Coloco no tamanho máximo e tudo será ótimo... Não, não, não! Eu li por aí que quanto MENOR forem as unidades de alocação, MAIS VELOZ será a velocidade de acesso. Ilógico, como diria o sr Spock, mas parcialmente verdadeiro.
Testei o disco da Seagate com as diversas formatações e o resultado foi surpreendente. Os testes foram feitos copiando uma pasta de fotos de mais de 3GB com 1.300 arquivos, do HD interno para o externo via USB 3.0.
Com NTFS:
unidade de alocação de 16 bytes (a mínima), a velocidade média foi de 68 MB/s
unidade de alocação de 128 bytes, a velocidade média foi de 70 MB/s
unidade de alocação de 4096 bytes (4 kb, a padrão do Windows 7/8), a velocidade média foi de 70 MB/s
unidade de alocação de 8192 bytes (8 kb, a máxima), a velocidade média foi de 60 MB/s
Com exFAT:
unidade de alocação de 32 Kbytes (a mínima), a velocidade média foi de 46 MB/s
unidade de alocação de 128 Kbytes, a velocidade média foi de 40 MB/s
unidade de alocação de 4096 bytes (4 kb, a padrão do Windows 7/8), a velocidade média foi de 45 MB/s
unidade de alocação de 32768 bytes (32 MB a máxima), a velocidade média foi de 30 MB/s
O resultado me surpreendeu. Vemos que no sistema de arquivos NTFS o tamanho da unidade de alocação tem influência na velocidade, mas entre a unidade mínima e a unidade padrão a variação é bem pequena. Já a unidade de tamanho máximo  teve uma redução considerável de velocidade da cópia.
O sistema exFAT me decepcionou. A funcionalidade de poder usar o mesmo HD externo num PC e num MAC tem um preço e é muito caro: a velocidade da gravação dos dados que variou de apenas uns 45% a 58% da velocidade com um gerenciamento NTFS.
A velocidade de gravação pode ainda variar de acordo com a região do HD onde os dados são gravados. Existe uma região rápida, onde teoricamente ficam gravados programas e arquivos de sistemas com prioridade, um região norma (a maior) e uma região lenta (a última a ser preenchida), motivo pelo qual um disco muito cheio fica mais lento, já que os arquivos que vc mais usa, são os últimos que vc gravou e eles foram para a área lenta. Não há como controlar isso. Outro fator: uma arquivo de 3 GB grava com uma velocidade muito maior que 1.000 arquivos de 3 MB.

Então leve em consideração o que é melhor para vc, tendo dados verdadeiros para auxiliar em sua decisão. Ainda assim 30 MB/s pela USB 3.0 é 10 vezes mais veloz do que vc consegue pela USB 1.0  mas a mesma velocidade da uma USB 2.0… A leitura de dados de um disco DVD em bom estado, gira entre 15 a 16 MB/s.

sexta-feira, 20 de setembro de 2013

Formatando PenDrive ou HD externo para PC e MAC ao mesmo tempo

Se você trabalha com vídeo e fotos pode ter que enviar material de uma plataforma para outra ou receber material criado em outra plataforma e não é tão simples quanto parece.

É comum receber um pendrive, uma memória flash, um HD SSD ou um HD externo USB cujos dirvers se instalam corretamente mas o dispositivo não parece listado como um disco d:e: g: pi k:, por exemplo.

Ocorre o seguinte, principalmente com os HDs. Eles são formatados na máquina original. Se for PC, o formato do disco deverá ser NTFS e se for MAC, o formato será GTP.  SÃO INCOMPATÍVEIS. Um disco formatado num sistema não abre no outro e não existe ferramenta de conversão.

Para a coisa dar certo existe uma formatação chamada exFAT (Extended FAT – Tabela de Alocação de Arguivos  Extendida) criada para ser a cross-platform, a plataforma cruzada cujo disco abre nos dois sistemas operacionais diferentes.

Somente discos externos via USB ou entrada de cartão podem ser formatados em exFAT e não há motivo algum, nem permissão dos sistemas operacionais para vc formatar um hd interno assim. Não insista.

Então, para o transporte de arquivos enormes de vídeo, cada vez mais comuns nos hds externos, esqueça o material que está nele e está dando errado: volte ao computador de origem seja ele MAC ou PC, se for caso copie os arquivos de volta para o disco rígido do computador, formate o hd externo em exFAT e copie os arquivos a serem transportados novamente para ele. A partir disto, este hd externo vai funcionar nos MACs e em qualquer PC com Windows VISTA para cima (Vista, 7 e 8)

Se vc usar pendrives para este tipo de transporte sugiro a formatação exFAT também, só para garantir. Se alguém quiser saber o motivo, é porque geralmente vem formatadas com FAT32 que permitem arquivos únicos de até apenas 4GB o que está ficando bem curto para vídeo em alta resolução. A exFAT não tem limite para tamanho de arquivo. Como qualquer formatação, esta também é destrutiva: faça em discos novos ou se vc for jogar fora os arquivos que estiverem nele.

Tem um tutorialzinho simples em inglês mostrando como formatar em exFAT. Conheça isso pois pode lhe salvar horas de aborrecimento.

Como converter USB drive ou hd para exFAT

segunda-feira, 20 de fevereiro de 2012

Menu CSS não funciona no Explorer - IE

A coisa é simples. Há um monte de faqs de pessoas que perceberam que seus menus suspensos em CSS (os mais utilizados) não funcionam no Internet Explorer, seja IE 6, IE 7, IE 8 ou IE 9 (até o momento) mas funcionam no Chrome e Firefox. Não há uma resposta correta e a turma fica imaginando que o erro está na codificação do CSS, quando não está.

Ficam quebrando a cabeça e não chegam a solução alguma. Ou pior, algum "expert" diz que "o menu abriu certinho no meu computador, deve ser o seu que está com problema..." Dentro da simplificação da burrice humana, esta é uma resposta muito habitual.

Pesquisei, mais ou menos uns 10 minutos e vi que muitos americanos, inclusive nas faqs sobre CSS da própria Microsoft falavam em "renderização" da página da web de forma diferente nos Explorers 7 em diante. O que é isso? Não interessa para você, nem para ninguém.

Ocorre que para os menus CSS, e outros (flash, activeX etc) serem mostrados corretamente nos Explorers e apenas neles, é preciso que o USUÁRIO, marque uma opção na configuração do Explorer. Aqueles tais "experts" que não encontram o erro, tem essa opção marcada. Mas não podemos IMAGINAR que o usuário vai marcar, ou vai saber marcar, ou vai acreditar em nós e marcar a nosso pedido. Tinha que haver outra forma e há.

Verifique a PRIMEIRA LINHA do código de sua página com problemas. Se sua codificação é recente (últimos 3 ou 4 anos) é provável que ela esteja assim, ou semelhante a isso. O que significa? Não importa.

!DOCTYPE HTML PUBLIC "-//W3C//DTD HTML 4.01 Transitional//EN"

É nessa tal especificação do DocType (tipo do documento) que está toda a confusão feita pela Microsoft. É preciso incluir um parâmetro que leva à definições do consórcio W3.org e diz que a página deverá ser renderizada (esquece isso, só use...) na qualidade mais alta, sempre. É essa qualidade que o Explorer exige. Diferença visual? NENHUMA, exceto que os menus CSS vão funcionar!!! 

Então basta trocar a primeira linha para:

!DOCTYPE HTML PUBLIC "-//W3C//DTD HTML 4.01//EN" "http://www.w3.org/TR/html4/strict.dtd"

Vai fundo. Copie e cole! Acabei de fazer isso e resolvi o problema que não conseguia resolver. No fim das contas, todos os CSS que programei estavam absolutamente corretos. A Micosoft é que estava absolutamente errada e cada vez mais trilhardária nos empurrando os erros dela goela abaixo!

Sugiro testar e usar está primeira linha em todas as suas páginas. Sei que dá trabalho. Se for começar o site, comece certo. Vá trocando a linha a medida em que for atualizando páginas.

ATENÇÃO! EM AMBOS CASOS A LINHA FICA ENTRE < >, MAS SE COLOCAR ISSO NUMA POSTAGEM DO BLOGGER, A LINHA SIMPLESMENTE NÃO É MOSTRADA - DESCOBRIMOS MAIS UM BUG...


sexta-feira, 18 de março de 2011

Sua USB ficou lenta?

De uma hora para outra suas pendrives ou outras coisas ligadas na USB de seu computador ficaram lentas, mas muito lentas mesmo? Isso acontece com mais frequência do que você imagina e muita gente acha que é normal e deixa para lá.

A maioria dos dispositvos modernos com USB usam o padrão 2.0 que é muito mais veloz que o 1.0. Se seu comptador é de uns 4 anos para cá, as USBs dele devem ser 2.0.

Só que existe um erro terrível, razoavelmente bem documentado no sistema USB como um todo. Vc tem um monte de portas em seu computador, né? Mas elas estão ligadas a um treco chamado BUS. E o BUS só consegue tratar a informação que passa por ele de um jeito.

Assim, quando você espeta um treco USB 1.0 – atenção – MESMO QUE SEM ALIMENTAÇÃO ELÉTRICA (a própria USB é energizada) a velocidade do BUS é derrubada para 1.0.

Por isso que suas pendrives, máquinas fotográficas, iPods etc eram rápidos e ficarm lentos. Algo 1.0 foi espetado lá por vc.

Se não souber o que é, desligue o computador, tire uma das coisas e veja no que deu. Boa parte dos culpados são, pela ordem: mouses USB (certifique-se de que ele é 2.0); CAIXAS DE SOM USB; impressoras antigas; scanners.

No meu caso foi o Scanner. Um sufoco para instalar no Windows 7, já sem driver de suporte e o BUS da USB foi detonado com o scanner conectado, desligado e fora da tomada!

Acabei de remover o cabo USB do scanner que estava no computador e as pendrives estão tão rápidas quanto antes.

Boa sorte,

José Roitberg – jornalista