sony vegas adobe premiere avid liquid media composer movie maker fina cut
Na boa? Os anti-vírus são um lixo. Imagine se vc deixou seu programa no default, padrão, e ele está vasculhando todos os arquivos ao abrir e fechar? Isso significa scanear os temporários de renderização, os arquivos finais editados etc. Para que? Seu software de edição vai introduzir um vírus num arquivo avi que vc está gerando? Claro que não.
Então a primeira coisa que vc tem que fazer com AVG, Avast, Norto, Macafee ou qualquer outro anti-virus é entender onde nas configurações avançadas fica a aba EXCEÇÕES / EXCEPTIONS. Nas aba vc vai poder dizer oa programa quais diretórios ele NÃO DEVE SCANEAR.
Antes de implementar isto você deve perder um tempo e mandar seu anti-vírus varrer TODOS os arquivos do computador, só apra ter certeza.
Na lista de exceções, coloque o diretório "arquivos de programas" ou o que vc usar. Pronto. Todos os programas vão abrir muito mais rápido, pois oa anti-vírus varrem por padrão cada programa que for aberto, cada biblioteca de comandos, extensões, enfim tudo. Se vc não quiser usar esse expediente para todos os programas, então crie uma entrada de exceção para cada pasta de programa que vc queira abrir mais rápido.
Se vc coloca seus vídeos na pasta "meus vídeos", crie uma regra de exceção para ela também. E mais uma regra para as pastas que os programas de edição usam para seus rascunhos e renderização. Vc vai ver que tudo vai rodar muito mais rápido.
A única pasta que vc não deve excluir é a pasta raiz "C:" senão vc exclui tudo e as pastas "system" e "system32", onde os vermes preferem atacar.
A forma correta para uma ilha de edição é não estar conectada na Internet. Isso retira da memória um monte de programas e serviços que atrasam o funcionamento. Por vezes as coisas ficam lentas pelo computador estar baixando atualizações automáticas, coisa que vc não quer. Mas isso é cada vez menos óbvio.
Em algumas empresas de edição encontrei servidores que se conectam à Internet e as ilhas que se conectam ao servidor central, mas que não tem acesso à Internet. É outra forma segura. Vc senta numa máquina a parte para baixar o que for preciso de forma segura, salva no diretório de sua ilha e lá da ilha usa o material.
O correto é uma ilha de edição não usar anti-vírus, anti-spyware, nada disso. O computador deve ser o mais limpo e puro para a função possível.
Agora, cuidado com as pen-drives de clientes que podem vir com vírus...
Considerações sobre História do Rio de Janeiro e dos Judeus no Rio de Janeiro, edição em vídeo, informática, fotografia e outras tralhas
sexta-feira, 24 de outubro de 2008
Sua edição em vídeo está lenta? Anti-Virus
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sábado, 18 de outubro de 2008
Explorer dá erro ao entrar em diretório - Explorer não abre pasta
De repente isso pode acontecer com vc. Ao navegar pelo Explorer do XP ao entrar em uma pasta com arquivos .mpg ou .mpeg ocorre um erro, o Explorer trava ou dá um crash e você consegue acessar os arquivo daquela pasta,mas precisa fechar o Explorer de forma forçada. O curioso é que ao navegar na mesma pasta por qualquer Open ou Abrir ou Importar de qualquer outro programa isso não ocorre e tudo está acessível. Vendo as FAQs nota-se esse problema desde 2005, portanto da época do SP1 e não há uma solução oficial. Em alguns foruns sobre vídeo há uma suspeita de que tal falha, o Explorer não abrir uma pasta, ocorre associada à instalação do codec DivX. Como instalei o codec na versão atual 6.80.xx e na anterior, de uns meses atrás, em máquinas diferentes, observo que isso pode estar certo pois parece que as máquinas apresentaram o problema de crash no Explorer XP SP3 após a intalação do DivX,
Mas o DivX é importante e necessário para mim. Nos foruns, há pessoas que disseram ter desinstalado o DivX e o problema continuou. Portanto, ninguém tem certeza sobre isso.
Na resposta final em http://www.bleepingcomputer.com/forums/lofiversion/index.php/t42868.html de 2006 o autor disse ter encontrado uma solução muito simples. Acabei de aplicar na máquina em que estou digitando e tudo parece ter se corrigido. Alguma coisa foi instalada e colocou no registro um comando de abertura do Shell, parece que apenas para mostrar as propriedades dos arquivos e isso dá o pau. Siga a rotina simples e note que isso pode - apesar de eu não ter encontrado documentado - acontecer com outras extensões de arquivos e o procedimento poderá ser o mesmo.
1 - Execute o REGEDIT da linha de comando EXECUTAR do menu INICIAR.
2 - Vá até a chave HKEY_CLASSES_ROOT\.mpeg
3 - Ela deve ter 4 subchaves e uma delas é a SHELLEX, clique nela para selecioná-la
4 - Com o outro botão do mouse clique e escolha EXPORTAR - vc faz um bkp da SHELLEX e se der uma zebra é só ir no comando IMPORTAR da aba ARQUIVO do REGEDIT e restaurar essa chave, portanto a coisa é segura.
5 - Delete, apague ou exlua a SHELLEX inteira.
6 - Repita isso para a chave HKEY_CLASSES_ROOT\.mpg e tudo deverá voltar ao normal.
sábado, 9 de agosto de 2008
Texto só com a Letra P
(autor desconhecido - se alguém souber, avise)
A RIQUEZA DA LÍNGUA PORTUGUESA
A ÚNICA LÍNGUA NO MUNDO QUE NOS PERMITE FAZER UM TEXTO ASSIM:
"Pedro Paulo Pereira Pinto, pequeno pintor português, pintava portas, paredes, portais. Porém, pediu para parar porque preferiu pintar panfletos. Partindo para Piracicaba, pintou prateleiras para poder progredir. Posteriormente, partiu para Pirapora. Pernoitando, prosseguiu para Paranavaí, pois pretendia praticar pinturas para pessoas pobres. Porém, pouco praticou, pois Padre Pafúncio pediu para pintar panelas, porém posteriormente pintou pratos para poder pagar promessas. Pálido, porém personalizado, preferiu partir para Portugal para pedir permissão para permanecer praticando pinturas, preferindo, portanto, Paris.
Partindo para Paris, passou pelos Pirineus, pois pretendia pintá-los. Pareciam plácidos, porém, pesaroso, percebeu penhascos pedregosos, preferindo pintá-los parcialmente, pois perigosas pedras pareciam precipitar-se principalmente pelo Pico, pois pastores passavam pelas picadas para pedirem pousada, provocando provavelmente pequenas perfurações, pois, pelo passo percorriam, permanentemente, possantes potrancas.
Pisando Paris, pediu permissão para pintar palácios pomposos, procurando pontos pitorescos, pois, para pintar pobreza, precisaria percorrer pontos perigosos, pestilentos, perniciosos, preferindo Pedro Paulo precatar-se. Profundas privações passou Pedro Paulo. Pensava poder prosseguir pintando, porém, pretas previsões passavam pelo pensamento, provocando profundos pesares, principalmente por pretender partir prontamente para Portugal. Povo previdente! Pensava Pedro Paulo... Preciso partir para Portugal porque pedem para prestigiar patrícios, pintando principais portos portugueses. Passando pela principal praça parisiense, partindo para Portugal, pediu para pintar pequenos pássaros pretos.
Pintou, prostrou perante políticos, populares, pobres, pedintes.
- Paris! Paris! - proferiu Pedro Paulo - parto, porém penso pintá-la permanentemente, pois pretendo progredir. Pisando Portugal, Pedro Paulo procurou pelos pais, porém, Papai Procópio partira para Província. Pedindo provisões, partiu prontamente, pois precisava pedir permissão para Papai Procópio para prosseguir praticando pinturas. Profundamente pálido, perfez percurso percorrido pelo pai. Pedindo permissão, penetrou pelo portão principal. Porém, Papai
Procópio puxando-o pelo pescoço proferiu:
- Pediste permissão para praticar pintura, porém, praticando, pintas pior. Primo Pinduca pintou perfeitamente prima Petúnia. Porque pintas porcarias?
- Papai - proferiu Pedro Paulo - pinto porque permitiste, porém preferindo, poderei procurar profissão própria para poder provar perseverança, pois pretendo permanecer por Portugal. Pegando Pedro Paulo pelo pulso, penetrou pelo patamar, procurando pelos pertences, partiu prontamente, pois pretendia pôr Pedro Paulo para praticar profissão perfeita: pedreiro!Passando pela ponte precisaram pescar para poderem prosseguir peregrinando. Primeiro, pegaram peixes pequenos, porém, passando pouco prazo, pegaram pacus, piaparas, pirarucus. Partindo pela picada próxima, pois pretendiam pernoitar pertinho, para procurar primo Péricles primeiro. Pisando por pedras pontudas, Papai Procópio procurou Péricles, primo próximo, pedreiro profissional perfeito. Poucas palavras proferiram, porém prometeu pagar pequena parcela para Péricles profissionalizar Pedro Paulo.
Primeiramente Pedro Paulo pegava pedras, porém, Péricles pediu-lhe para pintar prédios, pois precisava pagar pintores práticos. Particularmente Pedro Paulo preferia pintar prédios.
Pereceu pintando prédios para Péricles, pois precipitou-se pelas paredes pintadas. Pobre Pedro Paulo, pereceu pintando..." Permita-me, pois, pedir perdão pela paciência, pois pretendo parar para pensar...
A RIQUEZA DA LÍNGUA PORTUGUESA
A ÚNICA LÍNGUA NO MUNDO QUE NOS PERMITE FAZER UM TEXTO ASSIM:
"Pedro Paulo Pereira Pinto, pequeno pintor português, pintava portas, paredes, portais. Porém, pediu para parar porque preferiu pintar panfletos. Partindo para Piracicaba, pintou prateleiras para poder progredir. Posteriormente, partiu para Pirapora. Pernoitando, prosseguiu para Paranavaí, pois pretendia praticar pinturas para pessoas pobres. Porém, pouco praticou, pois Padre Pafúncio pediu para pintar panelas, porém posteriormente pintou pratos para poder pagar promessas. Pálido, porém personalizado, preferiu partir para Portugal para pedir permissão para permanecer praticando pinturas, preferindo, portanto, Paris.
Partindo para Paris, passou pelos Pirineus, pois pretendia pintá-los. Pareciam plácidos, porém, pesaroso, percebeu penhascos pedregosos, preferindo pintá-los parcialmente, pois perigosas pedras pareciam precipitar-se principalmente pelo Pico, pois pastores passavam pelas picadas para pedirem pousada, provocando provavelmente pequenas perfurações, pois, pelo passo percorriam, permanentemente, possantes potrancas.
Pisando Paris, pediu permissão para pintar palácios pomposos, procurando pontos pitorescos, pois, para pintar pobreza, precisaria percorrer pontos perigosos, pestilentos, perniciosos, preferindo Pedro Paulo precatar-se. Profundas privações passou Pedro Paulo. Pensava poder prosseguir pintando, porém, pretas previsões passavam pelo pensamento, provocando profundos pesares, principalmente por pretender partir prontamente para Portugal. Povo previdente! Pensava Pedro Paulo... Preciso partir para Portugal porque pedem para prestigiar patrícios, pintando principais portos portugueses. Passando pela principal praça parisiense, partindo para Portugal, pediu para pintar pequenos pássaros pretos.
Pintou, prostrou perante políticos, populares, pobres, pedintes.
- Paris! Paris! - proferiu Pedro Paulo - parto, porém penso pintá-la permanentemente, pois pretendo progredir. Pisando Portugal, Pedro Paulo procurou pelos pais, porém, Papai Procópio partira para Província. Pedindo provisões, partiu prontamente, pois precisava pedir permissão para Papai Procópio para prosseguir praticando pinturas. Profundamente pálido, perfez percurso percorrido pelo pai. Pedindo permissão, penetrou pelo portão principal. Porém, Papai
Procópio puxando-o pelo pescoço proferiu:
- Pediste permissão para praticar pintura, porém, praticando, pintas pior. Primo Pinduca pintou perfeitamente prima Petúnia. Porque pintas porcarias?
- Papai - proferiu Pedro Paulo - pinto porque permitiste, porém preferindo, poderei procurar profissão própria para poder provar perseverança, pois pretendo permanecer por Portugal. Pegando Pedro Paulo pelo pulso, penetrou pelo patamar, procurando pelos pertences, partiu prontamente, pois pretendia pôr Pedro Paulo para praticar profissão perfeita: pedreiro!Passando pela ponte precisaram pescar para poderem prosseguir peregrinando. Primeiro, pegaram peixes pequenos, porém, passando pouco prazo, pegaram pacus, piaparas, pirarucus. Partindo pela picada próxima, pois pretendiam pernoitar pertinho, para procurar primo Péricles primeiro. Pisando por pedras pontudas, Papai Procópio procurou Péricles, primo próximo, pedreiro profissional perfeito. Poucas palavras proferiram, porém prometeu pagar pequena parcela para Péricles profissionalizar Pedro Paulo.
Primeiramente Pedro Paulo pegava pedras, porém, Péricles pediu-lhe para pintar prédios, pois precisava pagar pintores práticos. Particularmente Pedro Paulo preferia pintar prédios.
Pereceu pintando prédios para Péricles, pois precipitou-se pelas paredes pintadas. Pobre Pedro Paulo, pereceu pintando..." Permita-me, pois, pedir perdão pela paciência, pois pretendo parar para pensar...
terça-feira, 15 de julho de 2008
Homenagem a Três
Mais um texto interessante sobre o uso de nossa língua. Lamentavelmente, mais um anônimo... Não tem título. Sugiro: "Homenagem a Três"
Texto supostamente escrito por um aluno de Letras da Universidade Federal e Pernambuco (UFPE), que teria vencido um concurso interno promovido pelo professor titular da cadeira de Gramática Portuguesa. Mas "discordo da concordância" nominal logo na terceira linha entre "o artigo" "era novinha".... Quanta criatividade... Eu já tirava um ponto aí. Seria mais simples escrever "E artigo era bem definida, novinha"... Tem outros errinhos...
Abs,
Roitberg
"Homenagem a Três"
Era a terceira vez que aquele substantivo e aquele artigo se encontravam no elevador. Um substantivo masculino, com um aspecto plural, com alguns anos bem vividos pelas preposições da vida. E o artigo era bem definido, feminino, singular: era ainda novinha, mas com um maravilhoso predicado nominal.
Era ingênua, silábica, um pouco átona, até ao contrário dele: um sujeito oculto, com todos os vícios de linguagem, fanáticos por leituras e filmes ortográficos. O substantivo gostou dessa situação: os dois sozinhos, num lugar sem ninguém ver e ouvir. E sem perder essa oportunidade, começou a se insinuar, a perguntar, a conversar.
O artigo feminino deixou as reticências de lado, e permitiu esse pequeno índice. De repente, o elevador pára, só com os dois lá dentro: ótimo, pensou o substantivo, mais um bom motivo para provocar alguns sinônimos. Pouco tempo depois, já estavam bem entre parênteses, quando o elevador recomeça a se movimentar: só que em vez de descer, sobe e pára justamente no andar do substantivo. Ele usou de toda a sua flexão verbal, e entrou com ela em seu aposto.
Ligou o fonema, e ficaram alguns instantes em silêncio, ouvindo uma fonética clássica, bem suave e gostosa. Prepararam uma sintaxe dupla para ele e um hiato com gelo para ela. Ficaram conversando, sentados num vocativo, quando ele começou outra vez a se insinuar.
Ela foi deixando, ele foi usando seu forte adjunto adverbial, e rapidamente chegaram a um imperativo, todos os vocábulos diziam que iriam terminar num transitivo direto.
Começaram a se aproximar, ela tremendo de vocabulário, e ele sentindo seu ditongo crescente: se abraçaram, numa pontuação tão minúscula, que nem um período simples passaria entre os dois. Estavam nessa ênclise quando ela confessou que ainda era vírgula; ele não perdeu o ritmo e sugeriu uma ou outra soletrada em seu apóstrofo. É claro que ela se deixou levar por essas palavras, estava totalmente oxítona às vontades dele, e foram para o comum
de dois gêneros.
Ela totalmente voz passiva, ele voz ativa. Entre beijos, carícias, parônimos e substantivos, ele foi avançando cada vez mais: ficaram uns minutos nessa próclise, e ele, com todo o seu predicativo do objeto, ia tomando conta.
Estavam na posição de primeira e segunda pessoa do singular, ela era um perfeito agente da passiva, ele todo paroxítono, sentindo o pronome do seu grande travessão forçando aquele hífen ainda singular. Nisso a porta abriu repentinamente. Era o verbo auxiliar do edifício. Ele tinha percebido tudo, e entrou dando conjunções e adjetivos nos dois, que se encolheram gramaticalmente, cheios de preposições, locuções e exclamativas. Mas ao ver aquele corpo jovem, numa acentuação tônica, ou melhor, subtônica, o verbo auxiliar diminuiu seus advérbios e declarou o seu particípio na história.
Os dois se olharam, e viram que isso era melhor do que uma metáfora por todo O edifício. O verbo auxiliar se entusiasmou e mostrou o seu adjunto adnominal.
Que loucura, minha gente. Aquilo não era nem comparativo: era um superlativo absoluto. Foi se aproximando dos dois, com aquela coisa maiúscula, com aquele predicativo do sujeito apontado para seus objetos. Foi chegando cada vez mais perto, comparando o ditongo do substantivo ao seu tritongo, propondo claramente uma mesóclise-a-trois. Só que as condições eram estas: enquanto abusava de um ditongo nasal, penetraria ao gerúndio do substantivo, e culminaria com um complemento verbal no artigo feminino.
O substantivo, vendo que poderia se transformar num artigo indefinido depois dessa, pensando em seu infinitivo, resolveu colocar um ponto final na história: agarrou o verbo auxiliar pelo seu conectivo, jogou-o pela janela e voltou ao seu trema, cada vez mais fiel à língua portuguesa, com o artigo feminino colocado em conjunção coordenativa conclusiva.
Texto supostamente escrito por um aluno de Letras da Universidade Federal e Pernambuco (UFPE), que teria vencido um concurso interno promovido pelo professor titular da cadeira de Gramática Portuguesa. Mas "discordo da concordância" nominal logo na terceira linha entre "o artigo" "era novinha".... Quanta criatividade... Eu já tirava um ponto aí. Seria mais simples escrever "E artigo era bem definida, novinha"... Tem outros errinhos...
Abs,
Roitberg
"Homenagem a Três"
Era a terceira vez que aquele substantivo e aquele artigo se encontravam no elevador. Um substantivo masculino, com um aspecto plural, com alguns anos bem vividos pelas preposições da vida. E o artigo era bem definido, feminino, singular: era ainda novinha, mas com um maravilhoso predicado nominal.
Era ingênua, silábica, um pouco átona, até ao contrário dele: um sujeito oculto, com todos os vícios de linguagem, fanáticos por leituras e filmes ortográficos. O substantivo gostou dessa situação: os dois sozinhos, num lugar sem ninguém ver e ouvir. E sem perder essa oportunidade, começou a se insinuar, a perguntar, a conversar.
O artigo feminino deixou as reticências de lado, e permitiu esse pequeno índice. De repente, o elevador pára, só com os dois lá dentro: ótimo, pensou o substantivo, mais um bom motivo para provocar alguns sinônimos. Pouco tempo depois, já estavam bem entre parênteses, quando o elevador recomeça a se movimentar: só que em vez de descer, sobe e pára justamente no andar do substantivo. Ele usou de toda a sua flexão verbal, e entrou com ela em seu aposto.
Ligou o fonema, e ficaram alguns instantes em silêncio, ouvindo uma fonética clássica, bem suave e gostosa. Prepararam uma sintaxe dupla para ele e um hiato com gelo para ela. Ficaram conversando, sentados num vocativo, quando ele começou outra vez a se insinuar.
Ela foi deixando, ele foi usando seu forte adjunto adverbial, e rapidamente chegaram a um imperativo, todos os vocábulos diziam que iriam terminar num transitivo direto.
Começaram a se aproximar, ela tremendo de vocabulário, e ele sentindo seu ditongo crescente: se abraçaram, numa pontuação tão minúscula, que nem um período simples passaria entre os dois. Estavam nessa ênclise quando ela confessou que ainda era vírgula; ele não perdeu o ritmo e sugeriu uma ou outra soletrada em seu apóstrofo. É claro que ela se deixou levar por essas palavras, estava totalmente oxítona às vontades dele, e foram para o comum
de dois gêneros.
Ela totalmente voz passiva, ele voz ativa. Entre beijos, carícias, parônimos e substantivos, ele foi avançando cada vez mais: ficaram uns minutos nessa próclise, e ele, com todo o seu predicativo do objeto, ia tomando conta.
Estavam na posição de primeira e segunda pessoa do singular, ela era um perfeito agente da passiva, ele todo paroxítono, sentindo o pronome do seu grande travessão forçando aquele hífen ainda singular. Nisso a porta abriu repentinamente. Era o verbo auxiliar do edifício. Ele tinha percebido tudo, e entrou dando conjunções e adjetivos nos dois, que se encolheram gramaticalmente, cheios de preposições, locuções e exclamativas. Mas ao ver aquele corpo jovem, numa acentuação tônica, ou melhor, subtônica, o verbo auxiliar diminuiu seus advérbios e declarou o seu particípio na história.
Os dois se olharam, e viram que isso era melhor do que uma metáfora por todo O edifício. O verbo auxiliar se entusiasmou e mostrou o seu adjunto adnominal.
Que loucura, minha gente. Aquilo não era nem comparativo: era um superlativo absoluto. Foi se aproximando dos dois, com aquela coisa maiúscula, com aquele predicativo do sujeito apontado para seus objetos. Foi chegando cada vez mais perto, comparando o ditongo do substantivo ao seu tritongo, propondo claramente uma mesóclise-a-trois. Só que as condições eram estas: enquanto abusava de um ditongo nasal, penetraria ao gerúndio do substantivo, e culminaria com um complemento verbal no artigo feminino.
O substantivo, vendo que poderia se transformar num artigo indefinido depois dessa, pensando em seu infinitivo, resolveu colocar um ponto final na história: agarrou o verbo auxiliar pelo seu conectivo, jogou-o pela janela e voltou ao seu trema, cada vez mais fiel à língua portuguesa, com o artigo feminino colocado em conjunção coordenativa conclusiva.
sábado, 21 de junho de 2008
O caso suiço do hino alemão
(*) José Roitberg
Nesta última semana a BBC disparou para mundo uma matéria que acabou tendo uma repercussão mínima. No jogo da Eurocopa entre Alemanha e Áustria, a TV SRG da Suíça legendou o hino alemão com "Deutschland, Deutschland ueber alles" (Alemanha, Alemanha acima de tudo) utilizando toda a sua primeira estrofe. É bom lembrar que alemão é uma das línguas utilizadas na Suíça.
Em sua superficialidade, a BBC disse que o hino alemão estava em desuso desde do fim da Segunda Guerra. Todo mundo copiou e colou países a fora. A SRG atribuiu o erro a dois jovens editores esportivos de sua subsidiária responsável pelas legendas. Culpe o estagiário... Aí tinha coisa...
Nós não aprendemos o hino alemão no Brasil. Grande parte de nossa população que decora tudo quanto é música popular, não sabe nem o nosso próprio hino, uma verdadeira opereta. O hino alemão também não se aprende em lugar nenhum, exceto na Alemanha e seus núcleos de imigrantes. Na minha visão simplista, sempre que ouvia o hino alemão antes de jogos ou nas vitórias de Schumacher na Fórmula 1 eu me sentia desconfortável. Nunca entendi por quê o hino, um símbolo nazista, tinha sido mantido até hoje. Mal sabia da bizarra verdade. Nada que um bom motivo como este não me levasse a pesquisar.
De nazista, o hino não tem nada! É apenas mais uma percepeção distorcida da história que não nos ensinaram nas escolas. "Alemanha, Alemanha acima de tudo; Acima de qualquer coisa no mundo..." A melodia, que quem conhece música clássica alguma vez na vida estranhou ao ouvir num disco de Haydn (seria este compositor nazi??) foi escrita pelo grande Joseph Haydn em 1797 como um hino de aniversário para o imperador (kaiser) austríaco Franz II. Era conhecida por "Gott erhalte Franz den Kaiser" (Deus salve o Kaiser Franz). Na Áustria se fala alemão.
A letra símbolo das imensas concentrações de tropas nazistas no estádio olímpico de Berlim e em outra partes da Alemanha, foi escrita por August Heinrich Hoffmann von Fallersleben em 1841, contemporâneo de Karl Marx, praticamente um século antes da Segunda Guerra Mundial, quando ele morava em Heligoland, na época conquistada sob domínio inglês. Ainda nem havia Alemanha como país: eram os Estados Germânicos.
Há um grande número de países onde músicas pré-existentes foram escolhidas como hinos. Bem diferente do Brasil com hino composto para tal finalidade. Só como exemplos: Estados Unidos, Israel e... Alemanha... O "Das Lied der Deutschen" (O Hino dos Alemães) foi escolhido como hino da Alemanha na República de Weimar, em 1922, quatro anos após a derrota na Primeira Guerra Mundial. Tinha duas estrofes. O NSDAP - Partido Nacional Socialista dos Trabalhadores Alemães, o Partido Nazista, cantava apenas a primeira estrofe: essa, da confusão desta semana.
A segunda estrofe foi descartada pois é: "As mulheres alemãs, a lealdade alemã, o vinho alemão, a música alemã; vão reter em todo o mundo seus belos laços; e inspirarnos a nobres gestos durante toda nossa vida." Se você assistir novamente o Grande Ditador, de Chaplin, verá praticamente este texto na última parte do filme quando os pensamentos do personagem vagueiam pelos campos... Bem curioso isso... Creio que todos concordamos que nazistas cantando essa estrofe seria completamente fora de contexto mesmo.
Portanto, o hino reduzido à primeira estrofe passou a ser um dos hinos alemães junto com o "Horst-Wessel-Lied" (Hino de Horst Wessel - popularizado com o nome do autor, originalmente definido com Die Fahne Hoch - A Bandeira Está no Alto". E foi cantado assim, apenas a primeira estrofe, até fim do Terceiro Reich em 1945.
Há um caso histórico registrado na Copa do Mundo de 1954. Adivinhe onde? Acertou: Suíça. Adivinhe quem ganhou? Acertou: Alemanha. Adivinhe que hino todo o estádio cantou? Claro: a primeira estrofe do "Das Lied der Deutschen" acompanhando a banda, para desespero da comissão alemã, da FIFA e dos organizadores. Não por serem nazistas, mas simplesmente por não saberem que não era mais o hino! Parece que não sabem até hoje. É o que ocorreu na semana que passou.
Dois anos antes, em 1952, a Alemanha criou uma terceira estrofe, conhecida por "Deutschlandlied" (Hino da Alemanha), mas com o sistema de mídia da época e o país lutando pela sua reconstrução, pouco ou nada se soube disso. O país ainda estava divido entre russos, americanos, ingleses e franceses. E se foi divulgado não ficou na memória dos povos. Portanto a confusão é simples: existem três estrofes com a mesma melodia.
Uma ficou na memória coletiva, uma foi descartada e outra é a válida.
Se tivessem mudado a melodia, nada disso teria ocorrido. Quem conhece apenas uma das estrofes acha que aquela é a correta. Desde 1952 o hino alemão é o que segue.
Einigkeit und Recht und Freiheit
Für das deutsche Vaterland!
Danach lasst uns alle streben
Brüderlich mit Herz und Hand!
Einigkeit und Recht und Freiheit
Sind des Glückes Unterpfand;
|: Blüh' im Glanze dieses Glückes,
Blühe, deutsches Vaterland. :|
(tradução livre)
Unidade e justiça e liberdade
Para a terra natal da Alemanha!
Para isto vamos todos nos esforçar
Irmanados com coração e as mãos!
Unidade e justiça e liberdade
São o que nos leva a um bom destino;
|: Floresça neste destino abençoado,
Floresça Alemanha nossa terra natal:|
Note que em 1952 com o país retalhado entre os Aliados, o hino pedia "unidade". Era praticamente subversivo...
É claro que isso é pedir demais da BBC ou das outras grandes mídias baseadas na banalização e superficialidade... Pelo menos eu, nunca mais vou mentalizar "Alemanha, Alemanha Acima de Tudo" nas competições esportivas com participação alemã e sim "Unidade e Justiça e Liberdade."
(*) José Roitberg - Diretor de Comunidade na TV - FIERJ
Nesta última semana a BBC disparou para mundo uma matéria que acabou tendo uma repercussão mínima. No jogo da Eurocopa entre Alemanha e Áustria, a TV SRG da Suíça legendou o hino alemão com "Deutschland, Deutschland ueber alles" (Alemanha, Alemanha acima de tudo) utilizando toda a sua primeira estrofe. É bom lembrar que alemão é uma das línguas utilizadas na Suíça.
Em sua superficialidade, a BBC disse que o hino alemão estava em desuso desde do fim da Segunda Guerra. Todo mundo copiou e colou países a fora. A SRG atribuiu o erro a dois jovens editores esportivos de sua subsidiária responsável pelas legendas. Culpe o estagiário... Aí tinha coisa...
Nós não aprendemos o hino alemão no Brasil. Grande parte de nossa população que decora tudo quanto é música popular, não sabe nem o nosso próprio hino, uma verdadeira opereta. O hino alemão também não se aprende em lugar nenhum, exceto na Alemanha e seus núcleos de imigrantes. Na minha visão simplista, sempre que ouvia o hino alemão antes de jogos ou nas vitórias de Schumacher na Fórmula 1 eu me sentia desconfortável. Nunca entendi por quê o hino, um símbolo nazista, tinha sido mantido até hoje. Mal sabia da bizarra verdade. Nada que um bom motivo como este não me levasse a pesquisar.
De nazista, o hino não tem nada! É apenas mais uma percepeção distorcida da história que não nos ensinaram nas escolas. "Alemanha, Alemanha acima de tudo; Acima de qualquer coisa no mundo..." A melodia, que quem conhece música clássica alguma vez na vida estranhou ao ouvir num disco de Haydn (seria este compositor nazi??) foi escrita pelo grande Joseph Haydn em 1797 como um hino de aniversário para o imperador (kaiser) austríaco Franz II. Era conhecida por "Gott erhalte Franz den Kaiser" (Deus salve o Kaiser Franz). Na Áustria se fala alemão.
A letra símbolo das imensas concentrações de tropas nazistas no estádio olímpico de Berlim e em outra partes da Alemanha, foi escrita por August Heinrich Hoffmann von Fallersleben em 1841, contemporâneo de Karl Marx, praticamente um século antes da Segunda Guerra Mundial, quando ele morava em Heligoland, na época conquistada sob domínio inglês. Ainda nem havia Alemanha como país: eram os Estados Germânicos.
Há um grande número de países onde músicas pré-existentes foram escolhidas como hinos. Bem diferente do Brasil com hino composto para tal finalidade. Só como exemplos: Estados Unidos, Israel e... Alemanha... O "Das Lied der Deutschen" (O Hino dos Alemães) foi escolhido como hino da Alemanha na República de Weimar, em 1922, quatro anos após a derrota na Primeira Guerra Mundial. Tinha duas estrofes. O NSDAP - Partido Nacional Socialista dos Trabalhadores Alemães, o Partido Nazista, cantava apenas a primeira estrofe: essa, da confusão desta semana.
A segunda estrofe foi descartada pois é: "As mulheres alemãs, a lealdade alemã, o vinho alemão, a música alemã; vão reter em todo o mundo seus belos laços; e inspirarnos a nobres gestos durante toda nossa vida." Se você assistir novamente o Grande Ditador, de Chaplin, verá praticamente este texto na última parte do filme quando os pensamentos do personagem vagueiam pelos campos... Bem curioso isso... Creio que todos concordamos que nazistas cantando essa estrofe seria completamente fora de contexto mesmo.
Portanto, o hino reduzido à primeira estrofe passou a ser um dos hinos alemães junto com o "Horst-Wessel-Lied" (Hino de Horst Wessel - popularizado com o nome do autor, originalmente definido com Die Fahne Hoch - A Bandeira Está no Alto". E foi cantado assim, apenas a primeira estrofe, até fim do Terceiro Reich em 1945.
Há um caso histórico registrado na Copa do Mundo de 1954. Adivinhe onde? Acertou: Suíça. Adivinhe quem ganhou? Acertou: Alemanha. Adivinhe que hino todo o estádio cantou? Claro: a primeira estrofe do "Das Lied der Deutschen" acompanhando a banda, para desespero da comissão alemã, da FIFA e dos organizadores. Não por serem nazistas, mas simplesmente por não saberem que não era mais o hino! Parece que não sabem até hoje. É o que ocorreu na semana que passou.
Dois anos antes, em 1952, a Alemanha criou uma terceira estrofe, conhecida por "Deutschlandlied" (Hino da Alemanha), mas com o sistema de mídia da época e o país lutando pela sua reconstrução, pouco ou nada se soube disso. O país ainda estava divido entre russos, americanos, ingleses e franceses. E se foi divulgado não ficou na memória dos povos. Portanto a confusão é simples: existem três estrofes com a mesma melodia.
Uma ficou na memória coletiva, uma foi descartada e outra é a válida.
Se tivessem mudado a melodia, nada disso teria ocorrido. Quem conhece apenas uma das estrofes acha que aquela é a correta. Desde 1952 o hino alemão é o que segue.
Einigkeit und Recht und Freiheit
Für das deutsche Vaterland!
Danach lasst uns alle streben
Brüderlich mit Herz und Hand!
Einigkeit und Recht und Freiheit
Sind des Glückes Unterpfand;
|: Blüh' im Glanze dieses Glückes,
Blühe, deutsches Vaterland. :|
(tradução livre)
Unidade e justiça e liberdade
Para a terra natal da Alemanha!
Para isto vamos todos nos esforçar
Irmanados com coração e as mãos!
Unidade e justiça e liberdade
São o que nos leva a um bom destino;
|: Floresça neste destino abençoado,
Floresça Alemanha nossa terra natal:|
Note que em 1952 com o país retalhado entre os Aliados, o hino pedia "unidade". Era praticamente subversivo...
É claro que isso é pedir demais da BBC ou das outras grandes mídias baseadas na banalização e superficialidade... Pelo menos eu, nunca mais vou mentalizar "Alemanha, Alemanha Acima de Tudo" nas competições esportivas com participação alemã e sim "Unidade e Justiça e Liberdade."
(*) José Roitberg - Diretor de Comunidade na TV - FIERJ
terça-feira, 10 de junho de 2008
Sua conexão do GMAIL caiu?
Já aconteceu com vc de digitar um texto longo no GMAIL e na hora de enviar aparecer uma mensagem dizendo que seu tempo de conexão se esgotou e que você deve se reconectar? O que fazer? Se você mandar salvar o draft ou rascunho a mensagem é a mesma. Deve copiar o texto do email sair do GMAIL, voltar abrir no email e colar o texto?
Não. Simplesmente abra nova sessão do GMAIL em outra janela ou aba (dependendo do seu browser) que a janela anterior, aquela que deu timeout volta a funcionar e é só clicar em enviar... Ufa!
Aliás, baixe e instale o FIREFOX 3R2 que está o bichi. Melhorou muito e está um foguete!
Não. Simplesmente abra nova sessão do GMAIL em outra janela ou aba (dependendo do seu browser) que a janela anterior, aquela que deu timeout volta a funcionar e é só clicar em enviar... Ufa!
Aliás, baixe e instale o FIREFOX 3R2 que está o bichi. Melhorou muito e está um foguete!
quinta-feira, 22 de maio de 2008
Como abrir arquivo .daa
Está cada vez mais frequente encontrar arquivos com a extensão ".daa" tanto através de Isohunts como de Rapishare. A maioria das pessoas foge deles achando que vai dar problema. Mas ".daa" é apenas uma extensão recente de ISOs, que são imagens montadas do conteúdo de um CD ou DVD. Como quase ninguém também entende o que são as ISOs e sua importância para envio de conteúdo gravável pela web, não espero que compreendam direito os .daa também.
Basta saber que funciona.
Mas o que vc precisa saber é que basta instalar um conversor/queimador deste formato (há pelo menos mais uns 20 além do ISO padrão) clicar em cima de seu .daa e simplesmente mandar gravar, seja em CD ou DVD, dependendo do tamanho do arquivo (o programa diz para vc qual será o tamanho final).
Note que mesmo um arquivo de 300 ou 500 MB pode ser gravado tranquilamente num DVD. Minha opinião pessoal é de que se deve abandonar os CDs, pois há DVDs de 16x a 70 centavos por aí e a velocidade de gravação e leitura são muito superiores aos ultrapassados CDs.
Bem, o programa que está sendo mais indicado e simples para lidar com .daa, .iso e um monte de outras extensões de imagens (inclusive .nrg do Nero) é o PowerISO. Ao instalar, desative o "virtual drive" no lado direito superior se vc não quiser criar um drive virtual em seu HD. Depois pode mudar isso a vontade nas configurações.
O programa se instalou em português, com bela tradução sem nem perguntar se queria. Parece ser muito bem feito e eficiente.
O primeiro .daa que mandei queimar tinha uns 360MB e o PowerISO nem perguntou se deveria gravar com compatibilidade máxima em DVD, que é gravar no mínimo 1GB: fez isso sozinho, o que é exatamente o que deveria fazer.
Basta saber que funciona.
Mas o que vc precisa saber é que basta instalar um conversor/queimador deste formato (há pelo menos mais uns 20 além do ISO padrão) clicar em cima de seu .daa e simplesmente mandar gravar, seja em CD ou DVD, dependendo do tamanho do arquivo (o programa diz para vc qual será o tamanho final).
Note que mesmo um arquivo de 300 ou 500 MB pode ser gravado tranquilamente num DVD. Minha opinião pessoal é de que se deve abandonar os CDs, pois há DVDs de 16x a 70 centavos por aí e a velocidade de gravação e leitura são muito superiores aos ultrapassados CDs.
Bem, o programa que está sendo mais indicado e simples para lidar com .daa, .iso e um monte de outras extensões de imagens (inclusive .nrg do Nero) é o PowerISO. Ao instalar, desative o "virtual drive" no lado direito superior se vc não quiser criar um drive virtual em seu HD. Depois pode mudar isso a vontade nas configurações.
O programa se instalou em português, com bela tradução sem nem perguntar se queria. Parece ser muito bem feito e eficiente.
O primeiro .daa que mandei queimar tinha uns 360MB e o PowerISO nem perguntou se deveria gravar com compatibilidade máxima em DVD, que é gravar no mínimo 1GB: fez isso sozinho, o que é exatamente o que deveria fazer.
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