quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012

Já se encheu dos folhetos

Já se encheu dos folhetos e pais-de-santo em seu carro? Lê os anúncios deles nos jornais populares? Este anúncio ainda não saiu, mas bem que podia...

quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012

Análise do veto da Rússia e China no caso sírio

Sinopse e adaptação da análise publicada em Israel pelo cientista político Dr. Amiel Ungar. Se você imagina, como vem saindo na mídia que o veto tem algo a ver com o povo ou o governo da Síria ou com investimentos e influência russa e chinesa da Síria, esta enganado. Segundo do dr. Ungar, o veto é apenas relacionado com interesses políticos internos de ambos países e nada tem a ver com a Síria. É uma argumentação interessante e se for correta, dá para entender o que está acontecendo.

Depois de um complicado acordo que obteve o consenso do Conselho de Segurança da ONU, Rússia e China vetaram uma resolução fundamental contra a Síria. Imediatamente as tropas do governo iniciaram uma ofensiva passando de confrontos e combates de rua para ataques generalizados de artilharia e tanques contra bairros civis em várias cidades, coisa similar ao que Kadafi fez na Líbia e que detonou a Zona de Exclusão aérea e consequentemente os ataques devastadores da ONU contra as forças armadas leais ao falecido ditador líbio.

1. No caso da Líbia a opinião dos países árabes mudou a luz vermelha acesa na China e Rússia, para amarelo, permitindo a intervenção. Lembre que na época o Hezbollah e até mesmo a Síria apoiaram esta intervenção. Parte da atitude russa e chinesa de hoje é baseada no sentimento deles de que eles não tiverem controle nenhum sobre o que aconteceu na Líbia e as tropas da ONU (não só ocidentais) tomaram toda a iniciativa, sem consulta. Não querem que isso ocorra novamente, agora na Síria.

2. ESTABILIDADE - Os governos russo e chinês estão levando ao limite o fator estabilidade para legitimizar um regime autoritário. Há desestabilidade em ambos países. Putin acredita que revoluções e instabilidade vão mandar a Rússia de volta para o passado. A China vem esmagando todas as manifestações pro-democracia, perdendo dissidentes democratas, porque eles representam uma ameaça à estabilidade chinesa que atingiu e parece que vai continuar atingindo suas ambiciosas metas econômicas.

Se o regime de Assad for deposto na Síria isso vai passar a mensagem oposta (já lida várias vezes no último ano) de que as manifestações funcionam. Quando a primavera árabe surgiu na mídia chinesa tentou ignorar, não informando ao povo. Depois passou a explicar que a situação na China é completamente diferente e que aquilo não poderia ser replicado na China.

3. EXTREMISTAS MUÇULMANOS - Ambos regimes temem os extremistas muçulmanos e sua habilidade de infectar as populações muçulmanas nos dois países. A Rússia se envolveu em combates terríveis na Chechênia contra os muçulmanos e a China tem uma relação muito complicada com mais de 25 milhões de muçulmanos uigures no oeste do país, que possuem agenda separatista de criação de uma república islâmica. Ambos países veem na Síria um regime político que manteve os extremistas sob a bota, sob controle. Eles temem que o regime que vai suceder Assad será um regime islamista. Putin já deixou bem claro aos países ocidentais que está irado com o que eles estão permitindo que ocorra no mundo árabe - os regimes militares passando para islâmicos pela sharia. Israel compartilha dessa visão. Um dos motivos técnicos mais básicos é que os islamistas e extremistas passarão a controlar o aparelho de estado, tendo acesso a toda sua capacidade tecnológica de informação e o controle de todo o arsenal de armas convencionais e não convencionais. Nos regimes islamistas não há, nem haverá mais controle sobre o roubo, cessão ou repasse destas armas para os grupos extremistas jihadistas terroristas. A Guerra ao Terror no Afeganistão poderá vir a parecer uma operação simples, comparada ao que poderá vir.

4. MULTILATERALISMO - Rússia e China veem o ocidente como a força por trás dos movimentos pela democracia. A Rússia está do lado perdedor deste tipo de revolução na Ucrânia, Georgia e Sérvia, que derrubaram seus líderes pró-Moscou. Ambos veem estas revoluções como tentativas ocidentais de agir unilateralmente na arena global, ignorando os interesses chineses e russos. Mover a decisão sobre conflitos para Conselho de Segurança da ONU onde ambos tem poder de veto, é uma vitória que significa que seus desejos e vontades não poderão ser ignorados.

5. NÃO-INTERFERÊNCIA - Nas suas apostas de fazer amigos políticos e assegurar vantagens econômicas, Rússia e China divulgam uma política de não-interferência. Mugabe do Zimbabwe, o clérigo líder do Sudão e outros ditadores, sabem que Rússia e China não vão pressioná-los em assuntos de direitos humanos e democracia. Por outro lados, China e Rússia tem o apoio destes ditadores em suas próprias confrontações diplomáticas. E os ditadores, em troca, sabem que Rússia e China usarão seu poder de veto em resoluções contra eles (resoluções que seriam a favor dos direitos humanos e pela democracia). Isso dá uma vantagem a russos e chineses nos investimentos econômicos nestes países e vendas de armas. Graças a esta lógica, Rússia e China investem pesadamente nestes regimes ditatoriais e detém que percam estas vantagens se os governantes forem trocados em eleições ou removidos em revoluções.

Assim, você passa a ver que não há nada relacionado com a matança de sunitas por xiitas na Síria que realmente preocupe Rússia e China. O básico do conceito deste veto é a mensagem que vetar e não vetar passa para os militantes internos destes dois países e para os países ditatoriais com os quais tem relações. Para russos e chineses, os sírios que se danem!

José Roitberg - jornalista

terça-feira, 31 de janeiro de 2012

Judeus são descendentes dos macacos e porcos!

Essa é uma afirmação recorrente dos discursos e prédicas religiosas muçlulmanas disponíveis nos últimos 15 anos, mas deve ser bem anterior. Recentemente, o sheik Abd Al-Jalil Al-Karouri é o mais importante clérigo muçulmano do Sudão foi mais além. Essa declaração seria só racismo ou teria fundo religioso?

Porcos, como uma ofensa relacionado à proibição do consumo de carne-de-porco?

Macacos, relacionado com Darwin e não com o mito da criação? 

Não é nada disso. Al-Karouri não só disse que isso estava escrito no Corão, como também constaria no livro que Deus (Allah) teria transformado todos os judeus de Eilat em macacos e porcos (Eilat nem existia) e que os judeus são descendentes destes castigados por Deus que viviam em Eilat.

Resolvi correr atrás e consultei o Corão. Obviamente, não há nenhuma citação à Eilat, como não há nenhuma à Jerusalém, seja pelo nome hebraico ou árabe. As cidades fora da Arábia não foram citadas.

Essa coisa dos animais vem da Surat Al-Mā'idah, uma das mais violentas contra judeus e cristãos.

No verso 5:60 está escrito que "aqueles que Deus amaldiçoou (os judeus) e com quem Ele ficou furioso, os transformou (no passado) em macacos e porcos e escravos de Taghut."

Essa palavra, Taghut não é uma pessoa ou povo. Seria o último estágio da descrença em Deus e creio que podemos definir como "politeísta". Então teríamos que "no passado, Deus transformou os judeus em macacos e porcos e os fez escravos dos politeístas."

Estaria isso se referindo à escravidão dos Hebreus no Egito? Não há como saber, mas parece que sim.

Assim, temos no cerne da religião muçulmana ou islâmica - como a mídia está preferindo atualmente - um certificação divina, passada pelo profeta Maomé e seguida pelos "submissos" a ferro e fogo de que os judeus não são seres humanos, pois descendentes de macacos e porcos não podem ser homens "como nós."

domingo, 22 de janeiro de 2012

O Egito revolucionário acabou hoje

O Egito revolucionário acabou hoje

A dinastia militar deposta, era a revolução de que depôs o Rei Farouk em 1952. Os militares eram a modernidade, o secularismo, a aproximação com os valores ocidentais e também uma fortíssima pressão antissemita e anti-Israel. Em quatro anos levou o Egito à Guerra de Suez (1956) e expulsão comunidades judaica milenar do Egito, em 15 anos à Guerra dos Seis Dias (1967) e em 21 anos à Guerra do Yom Kippur (1973) onde a promessa de varrer os judeus para o mar, quase foi cumprida.

Mas Farouk não era "bom" neste contexto. Ele lançou todo o peso do Egito sobre Israel logo após a independência (1948) e criou os "fedayim", guerrilheiros árabes que se infiltravam para ações terroristas em Israel, incessantemente, desde o final da Guerra Pela Sobrevivência (1948-49).

Os militares que o sucederam, tendo em mãos a Faixa de Gaza cheia com sua população árabe-egípcia, evoluiu o conceito de "fedayim", sem agenda política real, para OLP - Organização Para a Libertação da Palestina, criando Yasser Arafat no Cairo como quadro fundamental, mas não seu primeiro líder, que foi Ahmed Shuqeiri.

Mas Farouk não era "bom" neste contexto. Assumindo o poder em 1936, foi ele que permitiu o Egito se transformar num refúgio para oficiais nazistas após 1945 - mesmo que o Egito tivesse abrigado a principal resistência inglesa no Norte da África durante a WW2, e foi ele quem integrou estes oficiais no treinamento político e ideológico das tropas egípcias. E antes dele, seu pai, Fuad I, foi quem abriu o Egito ideologia nazi, publicando, em acordo com o Irmandade Muçulmana, trechos selecionados do Mein Kampf (de Hitler), nos jornais, já em 1934. 

Não imagine que este Egito que aí está é um país antigo. De 1882 a 1922 era colônia Inglesa, antes era francesa, ocupado por Napoleão. Concedida sua independência em 1922, empossado Fuad I, bastaram 6 anos para surgir a fundamentalista (já naquela época) Irmandade Muçulmana.

Uma das primeiras ações culturais de Farouk foi a impressão da tradução completa do Mein Kampf para árabe em 1937. Também fugido da Alemanha destruída, o Cairo acolheu Haj Amin Al Husseini (Mufti de Jerusalém), que já possuía sua agenda de genocídio dos judeus na Palestina desde meados dos anos 1920 e era um dos homens da Irmandade Muçulmana.

Então note o que se teve no Egito: a Irmandade Muçulmana, Haj Hamin (o mufti genocida e tio de Yasser Arafat), oficiais nazi treinando as forças armadas - e estas forças armadas treinadas com estes ideais depondo a família real e assumindo o poder.

Aliás, você ouviu falar da Brigada Judaica, composta por judeus da Palestina que lutou sob uniforme e bandeira inglesa na WW2. Mas o que você ouviu falar sobre a "Brigada Egípcia?" O que você ouviu falar sobre as dezenas de milhares de soldados egípcios que lutaram ao lado dos ingleses para defender seu próprio território das tropas nazistas do Afrika Korps, do Marechal Rommel? Não ouviu falar nada? É porque isso nunca existiu. O exército egípcio não participou da guerra e não lutou contra os alemães que invadiam seu território com o objetivo inicial de conquistar o Canal de Suez e em seguida a Palestina.

Assim, resumindo temos: Rei Fuad = criação da Irmandade Muçulmana e difusão do nazismo no Egito; Rei Farouk = incremento da difusão do nazismo em árabe, acolhimento de oficiais nazistas em fuga oficialmente como conselheiros, acolhimento de Haj Amin Al Husseini (Mufti de Jerusalém), como "presidente da palestina", varrer os judeus para o mar em 1948-49, criação dos "fedaym"; General Gamal Abdel Nasser = fechamento do Canal de Suez e do Golfo de Aqaba, criação da OLP, Guerra de 1956 e Guerra de 1967; General Assad = Guerra de 1973 e depois a paz com Israel, tendo ido à Jerusalém em sua visita oficial ao Knesset com uma gravata com enormes suásticas pretas e brancas em fundo vermelho, depois foi morto pela Irmandade Muçulmana por ter feito a paz; General Hosni Mubarak = manutenção de uma paz oficial com Israel mas fortíssima ajuda ao terrorismo palestino com o envio de armas, explosivos e dinheiro, perseguiu a Irmandade Muçulmana. 

E a Irmandade Muçulmana, criada em 1928 no Cairo com o lema "A Jihad é o único caminho. Morrer pela Jihad de Deus é a nossa única esperança" esteve envolvida em todos os acontecimentos, sendo que o assassinato de Assad por um oficial "irmão" infiltrado deu origem a Al Qaeda, tanto que Aiman Al Zahawiri, o atual líder da Al Qaeda, na época médico no Cairo, foi o planejador da ação terrorista no desfile militar que comemorava a "vitória egípcia na Guerra de 1973"

Não pretendo imaginar que a mídia ocidental sequer saiba destes fatos históricos ou que os estagiários e editores sem cultura geral alguma sequer entendam que tais fatos existem e são fundamentais para se entender o contexto e entender que com 47% do parlamento, somados aos 24% do partido salafista (mais radical ainda) significam que "democraticamente" o Egito vai deixar de ser uma democracia e será implementara da sharia, a lei islâmica, como Irmandade e Salafistas pregaram abertamente em toda a campanha eleitoral.

Não há dúvidas de que as eleições foram livres. Votam homens e mulheres e o POVO egípcio, democraticamente escolheu sua ruína (em nossa visão), pois na visão dos que votaram, é a grande vitória de Deus e uma libertação. Isso aconteceu uns anos atrás com os palestinos com a vitória eleitoral limpa do Hamas. Fico pasmo com os milhões de mulheres árabes que VOTAM SECRETAMENTE para sua segregação total na sociedade. A primeira coisa que vai acontecer no Egito nos próximos dias é a convocação de uma assembléia constituinte e os fundamentalistas com seus 72% de apoio popular vão tornar LEI o que prometeram. 

Entre as coisa do novo Egito, promessas eleitorais que a ingenuidade dos analistas internacionais dessa mídia ignorante continuam chamando de democracia estarão: proibição das mulheres na praia (inclusiva turistas); obrigatoriedade do véu islâmico ou talvez até mesmo a burka; fechamento das lojas de discos e outros tipos de música e vídeos (como ocorreu com o talibã no Afeganistão e em Gaza); fechamento dos cabelereiros para mulheres; imposto dhimmi para não muçulmanos terem direito a ficar no Egito como cidadãos de segunda classe; penas judiciais pela sharia (como apedrejamento de adúlteras, enforcamento de quem consumir álcool, decepação de mãos e narizes de presos por furto e roubo, permissão para o estupro de prisioneiras, dissolução automática do casamento de qualquer mulher presa, açoitamentos etc); provável destruição de material do período dos faraós que está nos museus e universidades; perseguição imediata ao judeus e renúncia ao acordo de paz com Israel etc.

O Egito da incômoda estabilidade com Israel acabou, minha gente. O Irã é muito longe de Israel. A preocupação maior está na fronteira sul. Agora, o que há de novo na agenda de quem está no poder no Egito ao longo do século XX? Nada! Continua tudo como sempre foi e termos 80 milhões de pessoas na fronteira novamente insufladas para varrer Israel do mapa como uma prática Divina, e não mais como agenda política. 

Entra oficialmente no controle do Estado egípcio o grupo que prega "Morrer pela Jihad de Deus é a nossa única esperança."
 
Saudades do Bin Ladden...

José Roitberg - jornalista

segunda-feira, 19 de dezembro de 2011

Arvoricídio de Parques e Jardins no Rio de Janeiro

Mais uma ventania, mais várias árvores no chão no Rio, principalmente em Botafogo e Copacabana. Tinha uma linda aqui em frente. Deu milhares de flores há dois meses atrás. Hoje, apenas um todo com um metro de altura. Era uma árvore linda e frondosa. Dava uns 15 metros de diâmetro de sombra na calçada e na rua. Ela, como as outras que caíram e as que ainda vão cair, veio sendo sistematicamente ESQUARTEJADA pelos Parques e Jardins que tem ORDEM de cortar os galhos baixos. Essa BURRICE praticada há alguns anos pelo administradores da Parques e Jardins sem que a sociedade, também BURRA, se oponha de foram contundente, deixa apenas os galhos da copas. Assim as árvores perdem completamente seu equilíbrio e o centro de gravidade fica mais alto. Com o vento forte, empurrando a copa, a árvore simplesmente se quebra. nenhuma delas, nos últimos anos, caiu pela raiz. Todas se quebraram no tronco, culpa dessa poda-esquartejamento. Se voc~e andar em ruas como a Bolivar e outras, vá contando quantas árvore não existem mais. E nada é plantado. Mesmo que fosse, não substituiria uma árvore urbana de 40 ou 50 anos. Curioso é que paisagistas, defensores da natureza etc, ficam todos calados esperando a chuva passar. Bem, eu não calo!

quarta-feira, 14 de dezembro de 2011

10 milhões em sites pornô que não serão usados

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segunda-feira, 5 de dezembro de 2011

Síria que não muda

Foi-se meio século e é curioso ler o que os jornais do final de 1961 diziam. Dois grandes problemas no mundo árabe em ebulição! "Rebelião Síria põe em risco a paz mundial", e o grande ditador de país árabe (Argélia) a ser "deposto" O Charles De Gaule, francês... Na notícia sobre a Síria, os xiitas lutam para derrubar o governo sunita e implantar o reinado dos Assad. E os que apoiam os sunitas são os egípcios, todos expulsos da Síria, como dito mais adiante na notícia.